Ir. Adelaide:
O tempo passa,
Quer queiramos, quer não;
Se o caminho da santidade não se abraça,
Nada mais teremos, a não ser desilusão!
Todos nós tomamos a iniciativa
De a ajudar nesse seu percurso;
Nem sempre será pela positiva,
Mas deve servir-se de tudo, como recurso!
Estamos certos de que assim faz,
Pois, de santidade, já revela um certo grau;
Mas de muito mais ainda é capaz,
Por isso, avance! Verá que nem tudo é mau!
Longa vida lhe desejamos,
Ao nosso lado e da Liga ao leme,
Consigo, hoje, especialmente rezamos:
Quem ora e labora com Deus, nada teme!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
FALAR DA FORMAÇÃO!
Não é muito fácil fazer a súmula desta formação. Mas, como vai, certamente, ser publicada na próxima Luz e Vida, vou abordar o tema muito ao de leve, apenas a título informativo, para as pessoas que não puderam estar presentes, nomeadamente os Servos Externos que, eventualmente, se lembrem de abrir o blog.
Ah! E para as nossas Missionárias!
VALORES HUMANOS
VALORES CRISTÃOS
VALORES CRISTÃOS
Definição de valor:
O que é um valor?
É a atracção que a realidade exerce sobre nós;
É a bondade realizada na vida corrente;
Há muitos tipos de valores: económico, ético, estético, religioso...
Valor ético - avaliação que se faz das coisas pelo aspecto do bom, do mau, do bem, do mal;
Valor estético - apreço pela arte, nas suas mais variadas vertentes, pelo belo...
O que há de mais estimável no mundo é a pessoa humana (tu+eu). Tudo tem um preço, excepto a pessoa humana.
Para nós, o valor mais importante é o religioso: Deus está no topo da pirâmide dos valores. DEUS é o valor máximo. Mas isto não é válido para toda a sociedade. O religioso é um valor decisivo para os que têm fé, mas esta ideia tem de ser colocada entre parêntesis, pois não é válida para toda a gente.
Quem dá valor às coisas é o sujeito, embora as coisas em si tenham valor.
A admissão de Deus como valor invisível está em nós.
Os valores não dependem de nós, mas manifestam-se em nós.
Não há vazio de valor. Todas as culturas têm valores. Podem tê-los numa hierarquia errada, mas as culturas são feitas de valores.
A nossa hierarquia deve ser esta:
-Deus
-Bem
-Valor estético
Hierarquia perfeita, para nós!
Nos valores éticos, colocamos em primeiro lugar as pessoas;
Porque olhamos a vida como valor?
Nós olhamos para a nossa vida como totalidade das dimensões:
Corpo: todas as dimensões visíveis da nossa existência;
Espírito: todas as dimensões invisíveis; Cf. Deus Caritas Est.
UNIDADE ENTRE O CÉU E A TERRA
Não se podem separar realidades:
Céu/terra; homem/mulher; corpo/espírito; masculino/feminino;
A nossa espiritualidade tem de ser de reunião da alma e do corpo. O que importa é a salvação da alma, se for a totalidade do meu ser.
Não podemos abstratizar nada em nós, nem o corpo, nem o espírito.
UNIFICAR OS TEMPOS: Oração e Acção;
Jesus ensinou-nos a unificar a vida: "Meu Pai trabalha e Eu também trabalho".
Para os cristãos, há só uma vida e uma vocação: fazer a obra de Deus, seja orando, seja trabalhando, seja julgando... Esta é a nossa definição de vida.
Não podemos ter pessoas a trabalhar abaixo da dignidade.
ACÇÃO: moral, teoria e trabalho.
Toda a nossa vida é acção e toda a nossa acção deve ser oração.
Os cristãos dignificaram as três formas de acção, na base da dignidade da pessoa: VER, JULGAR, AGIR;
As três têm um valor diferente: primeiro, a moral, depois, a teoria, a seguir, o trabalho;
Não podemos alterar esta hierarquia.
Jesus é que nos disse que toda a pessoa tem toda a dignidade de ver, julgar e agir. Temos de manter a ligação entre as mãos, a cabeça e o coração.
ORAÇÃO e ACÇÃO
Existe diferença entre estes dois conceitos.
Jesus ensinou-nos a unificar a vida: a oração é o centro da vida, mas o centro não se situa fora da vida. Sem oração, não há vida.
Para Jesus, a oração é a respiração da vida, por isso, antes de iniciar uma missão importante, ou quando a terminava, Se retirava para rezar.
A oração é o centro da acção e o seu fermento.
Não há vida humana, sem oração. Na oração, tomamos conhecimento de Deus. O que sabemos nós de Deus?
"A Deus, ninguém jamais O viu..."
ACÇÃO e PAIXÃO
São duas faces da mesma moeda. Paixão de sofrer o que acontece. A vida é agida e padecida. Deus dá-nos a vida sob a forma de paixão. A acção é a visibilidade da paixão de viver.
"A Obra que nasceu de uma grande paixão não pode morrer! E a vossa Obra surgiu de uma enorme Paixão do vosso Fundador, D. João de Oliveira Matos!"
Uma obra não se cria por mérito humano! Cai-nos nas mãos, vinda de Deus. Tem de ser aceite e urge imprimir-lhe uma dinâmica, a dinâmica que Deus inspira ao Fundador.
PAIXÃO e PRAZER
O prazer é o coroamento da acção e da paixão. A vida padecida(sofrida) é a única origem do prazer.
O prazer é sinal da vida bem vivida.
O prazer é moralmente bom, quando coroa a vida bem vivida!
AS TRÊS FACES DA AMOR
EROS - a proximidade corporal, o erótico, a carícia, o interesse... Gratificação sensível, corporal...
FILIA - a amizade, o gosto da troca verbal, o desinteresse... Não tem tanta ligação ao sensível...
AGAPE - o amor que vem de Deus, a gratuidade, o dom... Relação de intimidade com Deus e comunicação dos Santos. Amizade imerecida, recebida gratuitamente...
A UNIDADE DOS TRÊS AMORES
Os três amores não são separáveis uns dos outros. Ninguém pode viver só de um deles. Deus está presente nos três: em eros, em filia, em agape. Os três têm valor, dentro de uma ordem de valores. Todas as acções humanas são dos três amores.
O que aconteceu ao eros, nos nossos dias? Foi envenenado? Cf. Deus Caritas est.
O individualismo é que envenena eros. Eros procura o divino por um caminho errado. Eros carece de purificação.
Eros anda muito deturpado e gera grandes confusões. Daí os problemas da nossa sociedade hodierna.
Há que esclarecer mentes e clarificar ideias.
Até o estatuto de homem e mulher andam confusos, porque fixar-se cada um no seu estatuto é uma tarefa, na qual todos nos devemos empenhar.
Eros sem filia não tem razão de ser e os dois sem agape não são próprios da pessoa humana e muito menos do cristão!
sábado, 8 de janeiro de 2011
DIA DE FORMAÇÃO, NO OUTEIRO DE S. MIGUEL!
"A very busy day", diriam os ingleses!
De facto, assim foi.
-Formação
-Renovação da Consagração, das duas futuras Servas

-Assembleia legislativa
Comecemos pelo fim:
Estão escolhidos os novos Corpos Sociais do Instituto de S. Miguel, para o triénio 2011-2013.
São eles:
ASSEMBLEIA GERAL

Presidente
António Moiteiro Ramos
Secretário
Elvira dos Anjos Alpendre
1º Vogal
Luís Miguel Pardal Freire
2º Vogal
Maria Isabel Alexandre Almeida
CONSELHO FISCAL
Presidente
Manuel Paulo Ferreira Fragoso
1º Vogal
Olga Isabel Oliveira Ramalho
2º Vogal
Isabel Gonçalves Brás
1º Suplente
Maria José Couto matos
2º Suplente
Maria Quelhas Santos
CONSELHO COORDENADOR
Presidente
Maria Julieta Marques Afonso
Vice-Presidente
Maria da Graça Afonso
Secretário
Maria do Carmo Marques Dinis da Fonseca
Tesoureiro
Maria de Jesus Branca Marques
1º Vogal
Maria Ascensão Pires dos Santos
2º Vogal
Albertina André
3º Vogal
Magda Alexandra Saraiva Marques Pereira
1º Suplente
Maria Adelina Gomes Leocádio
2º Suplente
Cristina Isabel Roque Mesquita
PARABÉNS A TODOS E
BOM DESEMPENHO!
E não se esqueçam que o Instituto de S. Miguel é o Rosto visível da LIGA dos SERVOS de JESUS!
E O MEU SEGREDO ERA....
Foi um dia muito triste,
Da tristeza verdadeira,
E, cá bem fundo, ainda existe,
Talvez para a vida inteira!
Não é que me convenci
Que, ao chegar ao Outeiro,
Iria encontrar ali,
O "parzinho" prazenteiro?
Guardei bem este segredo,
Que não sei de onde nasceu,
E, de o perder, tive medo,
Já que era tão só meu.
Cheguei, e nada de novo,
Nem alegria no ar!
O que se passa, meu povo?
Quem me manda a mim sonhar?
Não houve canto ou esquina
Que eu não observasse;
Mas nada, só a rotina,
Acrescida de alguma "classe".
Foi o novo formador:
Foi bom? Não foi? Foi diferente!...
Todos dão o seu melhor,
Para enriquecer a gente!
Qual era o segredo meu?
Ideias imaginárias!...
Vejam lá, o que me deu:
Queria lá as missionárias!
Da tristeza verdadeira,
E, cá bem fundo, ainda existe,
Talvez para a vida inteira!
Não é que me convenci
Que, ao chegar ao Outeiro,
Iria encontrar ali,
O "parzinho" prazenteiro?
Guardei bem este segredo,
Que não sei de onde nasceu,
E, de o perder, tive medo,
Já que era tão só meu.
Cheguei, e nada de novo,
Nem alegria no ar!
O que se passa, meu povo?
Quem me manda a mim sonhar?
Não houve canto ou esquina
Que eu não observasse;
Mas nada, só a rotina,
Acrescida de alguma "classe".
Foi o novo formador:
Foi bom? Não foi? Foi diferente!...
Todos dão o seu melhor,
Para enriquecer a gente!
Qual era o segredo meu?
Ideias imaginárias!...
Vejam lá, o que me deu:
Queria lá as missionárias!
sábado, 1 de janeiro de 2011
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
PARA AS QUE ESTÃO LONNNNNNNNNNNNNNNGE!
Este é o da entrada...
Para vós e para todo
O que, nas tarefas várias,
Colabora com denodo!
Este é o Menino de cá:
O daí, também é assim?
Tudo o que tem Ele nos dá,
Sem ter o interesse por fim.
A própria vida ofereceu
Ao Pai, por sua vontade;
Não fora assim, e o céu,
Para nós não era verdade.
Só assim Ele deu sentido
À sua humanidade;
Não queria o homem perdido...
Redimiu toda a maldade.
Ó Menino Universal,
Que estais connosco e com elas!
Em Angola, ou em Portugal,
Tornai nossas vidas belas.
Beleza que não perece
E dá sentido ao viver;
Espelha-a a alma em prece,
Pois nasce fundo em seu ser!
BOAS FESTAS!
FELIZ 2011!
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
RESIDÊNCIA JÁ HÁ. O QUE FALTA?
Acabamos de receber estas fotografias e algumas notícias das nossas queridas missionárias. Será que podemos colocar na sua boca o cântico bíblico: "Vinde, vinde, tudo está preparado?"
Também poderíamos pensar que nem todos os convidados estão equipados com a veste nupcial, referindo-nos, como é evidente, à disponibilidade para partir para essas terras longínquas, nas quais se exige, além de disponibilidade, abnegação, renúncia, espírito de serviço e muitas mais qualidades, cuja enumeração se tornaria morosa, mas que são subejamente conhecidas de todos aqueles que já vislumbraram o apelo de Deus.
Neste Natal, o Menino vai continuar a bater às portas. Quem quer abrir?
As nossas Irmãs dizem estar bem, apesar da "transparência", e mandam um abraço natalício para todos os Servos e Simpatizantes.
Em troca, nós vamos dar-nos todos as mãos, fazer uma roda de grandes dimensões e protegê-las, utilizando todos os meios que tivermos ao nosso alcance. Sabem quais, não sabem?
Que a Sagrada Família vá à nossa frente e não as deixe sentir nem um só momento de solidão, ou de desalento. Que lhes conceda a graça de continuarem a ser o nosso modelo de persistência, de desprendimento e de amor ao trabalho, em ordem à expansão do Reino de Deus, como era vontade do nosso Fundador.
Sempre unidas, apesar da distância!
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