Pela nossa missionária, uma prece
Brota fervorosa, do fundo do coração!
Em data aniversária, bem a merece,
Pois é generosa, simpática, dá a mão!...
Daquele ambiente, onde reina a escuridão,
Que só a pele e não a alma assim espelha,
Nasce, hoje, um grito de profunda gratidão,
Por quem, neste dia, fica um pouco mais velha!
Ouvem-se músicas, agita-se a batuta,
Num misto de alegria e tristeza ao de leve…
É que, quem, com eles, já há três anos labuta,
Veio para longe: e quem sentir-se não deve?
Ó tempo, que tantas tristezas apagas,
Também as fazes e isso é algo injusto!
Pedimos, com insistência, que, em breve, a tragas,
Já que a queremos de volta a todo o custo!
Ela dá outro sentido à nossa vida,
Ao indicar-nos qual é o caminho certo!
E não nos força, apenas nos convida
A viver bem e a ver sempre Deus por perto!
terça-feira, 5 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
DEEM A VOSSA OPINIÃO!....
Cá para mim, e atendendo a que temos de começar por algum lado...
Embora não seja este o mais importante, não deixa de ter o seu valor. Todas para Angola, para ficarmos mais novas!...
Chegaram no domingo passado. Almoçaram com a Coordenadora Geral da Liga, no Centro de Acolhimento, e, já algo recompostas, posaram... Vejam se notam alguma diferença!...
Só o vento pertuba o exercício de comparação.
Para não "matarem" tudo de uma vez, ficaram-se lá pela cidade. Falam muito de Angola e impressiona-as o "ter". Consideram que não lhes fizeram falta os "haveres" que deixaram por cá. Gostam de se sentir leves, vazias de bens materiais, para se encherem de Quem lhes vale, para que o trabalho, na missão, frutifique.
BOA, Missionárias!
domingo, 26 de junho de 2011
SERÁ MESMO HOJE?...
Boa viagem, mais uma vez!
Se o avião nos sobrevoar,
Não deixem de nos interpelar...
Sairemos todas para a rua,
Com lencinhos brancos a acenar,
Enquanto murmuramos uma prece,
Para que Deus, que tão bem as conhece,
As acompanhe sempre, sobretudo no ar!...
Se o avião nos sobrevoar,
Não deixem de nos interpelar...
Sairemos todas para a rua,
Com lencinhos brancos a acenar,
Enquanto murmuramos uma prece,
Para que Deus, que tão bem as conhece,
As acompanhe sempre, sobretudo no ar!...
sábado, 25 de junho de 2011
SÚPLICA EM TEMPO DE CRISE!...
CRISE DE VALORES E ÂNSIA DE DIAS MELHORES...
Senhor, Vós, que sabeis tudo,
Vêdes bem que a ninguém iludo!
Parecerei um pouco materialista,
Mas perdoai que neste assunto insista!
Precisamos, de novo, do profeta Elias,
Talvez ele nos possa trazer melhores dias!
Dias em que se dê à Palavra de Deus mais valor
E em que todos a anunciemos, seja lá como for!
Em que partilhemos o pouco, como a viúva de Sarepta,
Que a fome de Elias tão bem interpreta!
Reparai bem no azeite da nossa almotolia,
Na qual nunca nos convencemos que tão pouco havia!
E no fundinho de farinha da nossa panela:
Que tristeza nos causa o olhar para ela!
Será que só nos resta fazer os últimos pães
E tornarmo-nos da morte simples reféns?
Este era, na verdade, o plano da viúva,
Mas Deus, tem tal poder, que qualquer plano muda!
Para nós, é bastante viver o dia a dia,
Porém, que vacilante é quem diz que em Vós confia!
Teremos nós fé e fortaleza para enfrentar,
Todos os desafios que se respiram no ar?
Dizer sim, parece fácil; todavia, assim não é:
É preciso ter coragem e uma verdadeira fé!
Se jamais se esgotarem o azeite e a farinha,
Nada mais é necessário, era mesmo o que convinha!
Para quê aspirar a supérfluas riquezas,
Se os ricos e ambiciosos Tu, Senhor, desprezas?
Senhor, é sincera esta minha oração;
Quem a reza e medita nunca o fará em vão!
Concedei-nos todos os dons que fazem falta,
Para que, na sociedade, a "pessoa" assuma a posição mais alta!
Senhor, Vós, que sabeis tudo,
Vêdes bem que a ninguém iludo!
Parecerei um pouco materialista,
Mas perdoai que neste assunto insista!
Precisamos, de novo, do profeta Elias,
Talvez ele nos possa trazer melhores dias!
Dias em que se dê à Palavra de Deus mais valor
E em que todos a anunciemos, seja lá como for!
Em que partilhemos o pouco, como a viúva de Sarepta,
Que a fome de Elias tão bem interpreta!
Reparai bem no azeite da nossa almotolia,
Na qual nunca nos convencemos que tão pouco havia!
E no fundinho de farinha da nossa panela:
Que tristeza nos causa o olhar para ela!
Será que só nos resta fazer os últimos pães
E tornarmo-nos da morte simples reféns?
Este era, na verdade, o plano da viúva,
Mas Deus, tem tal poder, que qualquer plano muda!
Para nós, é bastante viver o dia a dia,
Porém, que vacilante é quem diz que em Vós confia!
Teremos nós fé e fortaleza para enfrentar,
Todos os desafios que se respiram no ar?
Dizer sim, parece fácil; todavia, assim não é:
É preciso ter coragem e uma verdadeira fé!
Se jamais se esgotarem o azeite e a farinha,
Nada mais é necessário, era mesmo o que convinha!
Para quê aspirar a supérfluas riquezas,
Se os ricos e ambiciosos Tu, Senhor, desprezas?
Senhor, é sincera esta minha oração;
Quem a reza e medita nunca o fará em vão!
Concedei-nos todos os dons que fazem falta,
Para que, na sociedade, a "pessoa" assuma a posição mais alta!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
SURPRESA DESAGRADÁVEL!...
Coisas que não aconteçam às nossas irmãs de Angola!...
Não há quem as traga,
No avião não há vaga!
Mas venham de barco,
É um meio mais parco!
Ou então, a nado,
Juntas, lado a lado!
Não queremos assim:
Quando era o fim?!...
E nós, que maçada,
Espera anulada!
É só no domingo por serem cristãs,
Ou para ver Luanda mais umas manhãs?
Olhem: por favor não enganem mais,
Tantas deceções podem ser fatais!
Não há quem as traga,
No avião não há vaga!
Mas venham de barco,
É um meio mais parco!
Ou então, a nado,
Juntas, lado a lado!
Não queremos assim:
Quando era o fim?!...
E nós, que maçada,
Espera anulada!
É só no domingo por serem cristãs,
Ou para ver Luanda mais umas manhãs?
Olhem: por favor não enganem mais,
Tantas deceções podem ser fatais!
BOM DIA PARA ANGOLA!...
Conseguiram descansar?
Imagino a euforia,
Que paira aí, pelo ar,
E dentro, em cada Maria!
Os recados derradeiros,
Tudo bem apontadinho...
Os últimos, os primeiros,
Cada um no seu cantinho...
Quem fica no "casarão?"
Que tome bem conta dele...
E que o Senhor D. João,
Com carinho, por ele vele.
E se, quando regressassem,
Já levassem companhia,
Daquela de quem gostassem:
Que grande era a alegria!
Façam tudo e mais algum!
Depois, entreguem a Deus:
Ele sabe, a cada um,
Indicar caminhos seus.
Um adeus, desta vez, breve!
Será que as vejo amanhã?
Gostava, mas não se deve
Exigir um tal afã.
Descansem, tomem alento!
Tratem da vossa saúde;
Entretanto, temos tempo:
Vernos-emos amiúde.
Imagino a euforia,
Que paira aí, pelo ar,
E dentro, em cada Maria!
Os recados derradeiros,
Tudo bem apontadinho...
Os últimos, os primeiros,
Cada um no seu cantinho...
Quem fica no "casarão?"
Que tome bem conta dele...
E que o Senhor D. João,
Com carinho, por ele vele.
E se, quando regressassem,
Já levassem companhia,
Daquela de quem gostassem:
Que grande era a alegria!
Façam tudo e mais algum!
Depois, entreguem a Deus:
Ele sabe, a cada um,
Indicar caminhos seus.
Um adeus, desta vez, breve!
Será que as vejo amanhã?
Gostava, mas não se deve
Exigir um tal afã.
Descansem, tomem alento!
Tratem da vossa saúde;
Entretanto, temos tempo:
Vernos-emos amiúde.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
É JÁ AMANHÃ!...
Não há grande confusão,
Na nossa casa angolana,
Basta a malinha de mão,
Ou simples "fim de semana"!
A alegria que se sente
É grande, imensurável,
Transborda dela a gente
E nela nada, incansável...
Impossível ocultá-la:
Logo no rosto aparece;
E, entre nós, nem se fala:
Só céde lugar à prece.
Quem a tudo opõe amor
De nada mais necessita,
Encontra casa melhor
E recompensa expedita.
Pretendem vir disponíveis,
Para o tempo dedicar,
Aos mais elevados níveis,
À missão bem explicar.
E também querem, talvez,
Que, o que nós temos a mais,
O partilhemos de vez,
Deixemos excessos tais!
Ajudar-nos-ão, por certo,
A ficar mais desprendidas:
Desta vida, no deserto,
Seremos bem sucedidas!
Que venham, é importante!
Digam-nos o que faz falta:
Levaremos por diante,
O fervor que nos exalta!
Desejo, uma vez mais,
Que esse voo, junto ao céu,
Seja breve e sem rivais,
De acordo com os sonhos meus!
Na nossa casa angolana,
Basta a malinha de mão,
Ou simples "fim de semana"!
A alegria que se sente
É grande, imensurável,
Transborda dela a gente
E nela nada, incansável...
Impossível ocultá-la:
Logo no rosto aparece;
E, entre nós, nem se fala:
Só céde lugar à prece.
Quem a tudo opõe amor
De nada mais necessita,
Encontra casa melhor
E recompensa expedita.
Pretendem vir disponíveis,
Para o tempo dedicar,
Aos mais elevados níveis,
À missão bem explicar.
E também querem, talvez,
Que, o que nós temos a mais,
O partilhemos de vez,
Deixemos excessos tais!
Ajudar-nos-ão, por certo,
A ficar mais desprendidas:
Desta vida, no deserto,
Seremos bem sucedidas!
Que venham, é importante!
Digam-nos o que faz falta:
Levaremos por diante,
O fervor que nos exalta!
Desejo, uma vez mais,
Que esse voo, junto ao céu,
Seja breve e sem rivais,
De acordo com os sonhos meus!
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