terça-feira, 20 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
PELA MISSÃO DE ANGOLA!...

Em Angola, vejam bem,
Tudo é tão diferente,
Desde o dom da terra mãe,
Ao modo de ser da gente!
A sede de saber mais,
A vontade de se dar,
Naqueles olhos leais,
É fácil adivinhar!
Esta planta é um exemplo,
Do que doar-se é valor:
Dá frutos em qualquer tempo,
Porque há sempre um ramo em flor!
Folhas secas, só algumas,
Pois abunda a juventude;
E, por entre as ténues brumas,
Transparece a plenitude!
Estão lá nossas missionárias
Que são um pouco de nós:
Partilham, são solidárias,
São ali, da Liga a voz!
E querem fazer-se ouvir,
Falam em nome de Deus;
Têm em vista o porvir,
Dos que consideram seus!
E só em Deus se gloriam,
Desprezam honras humanas...
Quanto elas desejariam
Ser só do bem soberanas!
Ó árvores de porte frágil
Que nos dais tantas lições!
Enviai-nos vento hábil
Que nos mude os corações!
Do nosso "cómodo" canto,
Nunca vos olvidaremos,
Pois admiramo-vos tanto...
Mas nosso dever faremos?
Recebei, com amizade,
E muita dedicação,
As preces que, de verdade,
Nos brotam do coração
domingo, 4 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
A IRMÃ FILOMENA MUDOU-SE PARA A "OUTRA CASA!"
Aqui, nesta terra, temos muitas casas, ainda que, em cada uma, haja muito poucas Irmãs. Mas na de Lá, está o Senhor D. João, todos os que com ele colaboraram na fundação da Liga e um grupo numeroso dos/as que decidiram servir a Jesus segundo a modalidade que o Espírito inspirou ao nosso Fundador. Não serão, na realidade, "cento e quarenta e quatro mil". Porém, em proporção, quase se aproximam desse número.
Foi, hoje, a Ir Filomena engrossar ainda mais o grupo.
E, a avaliar pela sua atitude perante a vida que escolheu, deve ter obtido uma boa posição.
Privei com ela no Colégio da Via-Sacra, em Viseu, já há uns largos anos. A ideia que guardo é que era cumpridora de todos os seus deveres e perfeita nas tarefas que executava.
Impossibilitada fisicamente, pela idade já avançada e suas consequências, terminou os seus dias na Casa de Sta Luzia, na Guarda, onde já pouco mais podia fazer do que rezar por si e por nós.
Ir Filomena, consigo já não precisa de se preocupar. Mas de nós não se esqueça, por favor!
Se todos os que aí estão nos ajudassem a abrir os olhos para fazermos só o que devemos e evitarmos o que está menos certo, seria uma grande ideia.
Todavia, não podemos esquecer que temos entre nós "Moisés e os Profetas" e talvez não os escutemos convenientemente.
Vamos refletindo sobre a afirmação: "se a Obra é de Deus, não acaba!"
Acaba, ou não acaba?
Tem cerca de noventa anos.
É muito, ou pouco?
Se, para Deus, "mil anos são como um dia ..."
Vivamos, com intensidade, cada momento da nossa vida e encontrar-nos-emos com todos os que já vivem na plenitude!
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