segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Membros da Liga dos Servos de Jesus estiveram presentes na Sé de Aveiro, no dia 14 de setembro, na entrada solene de D. António Manuel Moiteiro Ramos, para lhe manifestarem a sua gratidão e amizade



                Para conhecimento de todos deixamos o texto da
                                    bula de nomeação


Tradução da  bula da nomeação de D. António Manuel Moiteiro    bispo da  Diocese de Aveiro

Francisco, Bispo, Servo dos Servos de Deus,

Ao Venerando Irmão António Manuel Moiteiro Ramos, até agora Bispo  titular de Cabarsussi e Auxiliar da Sé Metropolitana de Braga, transferido para a  Diocese de Aveiro, a nossa saudação e Bênção Apostólica.

Tendo, com a nomeação  do Excelentíssimo Senhor D. António Francisco dos Santos para  Bispo do  Porto, ficado vaga a Igreja Catedral de Aveiro, Nós, sucessor de São Pedro, ouvido o conselho da Congregação para os Bispos, reconhecendo que estás munido de dotes comprovados e tens experiência dos assuntos eclesiais, dispensando-te do vínculo à Sé  titular de Cabarsussi e do referido múnus de bispo Auxiliar, com o supremo poder  Apostólico, julgando-te idóneo para ficares à sua frente, te nomeamos Bispo da Sé de Aveiro com todos os direitos e obrigações.

Ordenamos, além disso, que destas Letras  dês cabal conhecimento ao clero e ao teu povo, a quem exortamos que te recebam de boa vontade e se mantenham unidos a ti.

Por último, dilecto Filho, seguindo o exemplo de Cristo Bom Pastor, procura cumprir este novo ministério episcopal sobretudo mostrando a caridade de Cristo, de modo que os fiéis a ti confiados caminhem na Lei do Senhor ( cf.Sal.119,1) e tu os saibas governar  com todo o cuidado.

Os dons do Espírito Paráclito, por intercessão de Nossa Senhora de Fátima, estejam para sempre convosco, Filhos para Nós caríssimos de Portugal.

Dado em Roma, junto a S. Pedro, no dia quatro do mês de julho, no ano do Senhor de dois mil e catorze, segundo do nosso Pontificado.

                                        Francisco

                                                                                      Francesco  Di Felice, Protonol.Apost.



A Ir. Purificaçao partiu para Deus no dia 12 de setembro de 2014



Coloco estas duas fotografias, onde podem distinguir bem a ir. Purificação. Foram tiradas no dia 14 de  junho de 2014 no  Seminário do Fundão. Este foi o espaço onde ela  viveu a maior parte da sua vida de Serva de  Jesus. Tinha no seu coração um grande amor a este lugar e a todas as pessoas que aqui conheceu, por isso, quis estar presente no dia  em que foram encerradas as atividades da Liga dos Servos de Jesus nesta casa.




 
           


                                    O grupo que esteve presente no encerramento das
                            atividades da  Liga  dos Servos de  Jesus no Seminário.


            Um Testemunho sentido e partilhado

“Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram”. (1ª Cor. 15,20)
 
 “Jesus propôs-lhes outra parábola: «O Reino do Céu é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo.É a mais pequena de todas as sementes; mas, depois de crescer, torna-se a maior planta do horto e transforma-se numa árvore, a ponto de virem as aves do céu abrigar-se nos seus ramos. Jesus disse-lhes outra parábola: «O Reino do Céu é semelhante ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até que tudo fique fermentado.» ( Mt. 13, 31-33)
 
Não foi há muito tempo que a Irmã Purificação de Jesus nos deixou num breve adeus.
Na Eucaristia que antecedeu o cortejo fúnebre o Assistente Geral da Liga deixou os seguintes pensamentos:
Face a uma assembleia cristã tão específica e tão conhecedora da Palavra de Deus, bastava à mesma consciencializar o que ensinava S. Paulo na primeira leitura. Na verdade, Se Cristo não tivesse ressuscitado, seria sempre vã a nossa vida e ainda mais vã a nossa atividade apostólica. Mas não! Cristo ressuscitou e Ele não deixa de ser como as primícias da ressurreição de todos nós. Mais fácil de compreender, continuou ele, eram as duas parábolas do Evangelho sobre o Reino de Deus: a parábola da mulher que coloca o fermento em duas medidas de farinha e a do homem que espalha o grão de mostarda, a menor das sementes, até se tornar em árvore.
Foi com os ensinamentos destas duas parábolas que depois falou da ir. Purificação.
Conhecera-a, pela primeira vez, em 1967. Era ele uma criança. Todos os dias trazia aos alunos e levava aos sacerdotes o alimento necessário. Depois acabaria por lidar com ela durante muito tempo e em diferentes atividades.
A ir. Purificação, disse ele, foi a mulher do TRABALHO: paciente, escondido, humilde e constante. Paciente, pois era necessário saber esperar horas a fio e de modo atento, até que o mesmo se pudesse concluir; escondido, pois tal como o fermento também passava despercebido, mas sem deixar de atuar; humilde, porque sempre verdadeiro; constante, pois a irmã sabia estar sempre no lugar que lhe competia.
A ir. Purificação foi uma mulher de ORAÇÃO: sempre pontual (andasse ela por onde andasse na hora certa ela aparecia na comunidade e em comunidade rezava). Oração revestida de Simplicidade (sem muitas palavras, mas sempre com as indispensáveis). Da oração feita em Segredo. (e por ter sido em segredo, só Deus a terá conhecido. Por essa oração, a ir. Purificação, neste momento, já terá recebido a recompensa).
A ir. Purificação foi uma obreira da PAZ: Ela soube ser tolerante sem deixar de ser exigente e estando sempre com todos, nunca deixou e era a primeira a estar do lado dos mais fracos.
A ir. Purificação foi a mulher da PREPARAÇÃO tranquila: Preparação que foi sempre crescendo como o fermento da parábola ou como a semente da mostarda; da preparação feita através da vivência do ideal do servo de Jesus e da Liga; da preparação tranquila nos últimos meses em que a doença se visibilizou exteriormente. Pelos sacramentos recebidos ter-se-á purificado ainda mais para Deus.
A ir. Purificação foi a mulher da TRANQUILIDADE serena, pois que consciente de que Deus também reinou nela e por ela. E tal como as flores adormecem tranquilas no seu existir e no seu perfume, também ela assim adormeceu junto do Senhor a Quem tantas vezes recebeu como Pão eterno e para o Qual soube transportar não apenas flores naturais, como também a flor da entrega generosa e o aroma de quem se deixa conduzir pela força do Seu Amor.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

MENSAGEM DO ASSISTENTE GERAL DA LIGA DOS SERVOS DE JESUS PARA O MÊS DE SETEMBRO


 
    
ASSUNÇÃO E NATIVIDADE DE MARIA

Em 15 de agosto a Igreja celebra sempre a Assunção de Maria ao céu. A celebração mariana mais próxima liturgicamente falando é a festa da Natividade de Maria 8 de Setembro. Parecendo acontecimentos cronologicamente tão distantes a verdade é que a festa comemorativa da Assunção de Maria ao céu (15 de Agosto) e a festa comemorativa do seu nascimento para este mundo (Natividade - 08 de Setembro) aparecem intrinsecamente ligadas. Ao ser a Senhora Assumpta ao céu, Maria entra no Absoluto de Deus. Não sabemos como (se passando ou não pela morte), nada disso é importante, mas gosto da forma como Augusto Gil, poeta da Guarda, contornou o problema: “ e a pendida fronte ainda mais pendeu, e a sonhar com Deus, em Deus adormeceu”. Era assim em termos idênticos que o povo cristão primitivamente chamava a esta festa: “ a Dormição de Nossa Senhora”.
A Assunção de Maria acaba por ser a Festa do seu nascimento definitivo na casa do Pai, ela que fora constituída como casa de Deus e a porta do céu; A Assunção é a festa do reencontro de Maria com o Seu Filho ressuscitado, agora de modo real na Casa do Pai: “Porque me procuráveis? Não sabíeis que devia estar na casa de meu Pai?”.
Para mim, a festa da Assunção é também a Festa do matrimónio em plenitude. Da plenitude do matrimónio de Maria e José: “Aí nem se casam, nem serão dados em casamento”. Mais do que anjos, Maria e José serão sempre a Mãe de Deus e o Esposo de Maria. Na Assunção de Maria ao céu, há o reencontro como casal, que foram e são. A alegria do permanecerem juntos e em Deus. Talvez seja, (é certamente) o paradigma familiar dos casais que, aqui na terra e em Igreja, se tornaram e foram “sacramento do Amor de Deus”. Nessa situação, penso estarem os nossos pais… E tantas e tantas outras famílias nossas conhecidas. Assim se entende o poeta quando canta:
“ E ámanhã, quando a morte, de mansinho,
Vier pedir ao Mundo o nosso adeus,
Hão-de os anjos cantar devagarinho:
- Terão na eternidade um só caminho,
Pois são só um do outro e os dois de Deus!”.
A morte é pois, a meu ver, a última Natividade em Deus. O ser concebido e o ser dado à luz, é não só a nossa natividade terrena, mas também a nossa natividade divina pois que o Amor que nos acalenta e estende os braços, que nos acaricia e alimenta, que agasalha e nos vela no sono, que sorri para nós e ensina a amar outro não é senão o amor de Deus expresso de modo sublime pelos mensageiros deles e que nos são mais caros. Faz pois, pleno sentido a proximidade das festas da Assunção de Maria e a sua Natividade. Factos reais diferentes, realidades teológicas bem próximas. A meu ver, urge atualizar em nós esta dinâmica espiritual: Ir celebrando simultaneamente os mistérios da nossa natividade terrena e da nossa natividade divina. Isto acontece mediante os sacramentos do Batismo, do Crisma e da Eucaristia. Nestes três sacramentos verifica-se: o Morrer para e o ressuscitar em. Melhor dizendo: o subir ao Céu (Assunção) e o permanecer em Deus, pois que o nosso nascimento para este mundo tem de ser m contínuo viver em Deus. A nossa partida deste mundo o definitivo e perene nascimento em Deus.
“ Faltava ainda nove meses para que a santíssima virgem visse a luz do mundo e já era objeto da mais terna afeição da SS. ma Trindade. O Padre eterno via em Maria a Sua filha predileta, o Filho anelava para que ela fosse a Sua mãe e o Espírito Santo amava-a como Sua esposa muito querida”. (Luz e Vida, Amigo da Verdade, Janeiro, 1932, nº 304) - D. João de Oliveira Matos .                                                    

Guarda 2014-09-01
Assistente Geral
P. Alfredo Pinheiro Neves

 

domingo, 31 de agosto de 2014

FESTA ANUAL DA LIGA DOS SERVOS DE JESUS REALIZADA NA VILA DE MANTEIGAS NOS DIAS 28 e 29 de AGOSTO de 2014





 A festa anual da Liga dos Servos de Jesus nasceu da vontade expressa do  seu Fundador, D. João de Oliveira Matos, e  repete o mesmo esquema em cada ano ,mas não  entra na rotina . É sempre novidade...
O Senhor D. João deixou escrito: « A festa anual da Liga realizar-se-á em local e dia a determinar pelo bispo da Guarda e nela deve tomar parte o maior número possível de membros.
Far-se-á uma Vigilia de reparação e suplica. 

 Este ano a festa realizou-se na  vila  de Manteigas e a  Vigilia iniciou-se na Igreja de São Pedro  com  celebração da Eucaristia e Adoração Solene  até cerca das 0,00h seguindo-se a Procissão Eucarística para  a Casa   das irmãs -  Instituto de Educação Infantil -  onde a  Adoração se prolongou por toda a noite. ( ficam algumas imagens)  .


 

A  Eucaristia solene   -  
teve lugar na Igreja de Santa Maria  , na mesma Vila. ( algumas imagens)
 
 
 

 
 
  No final da Eucaristia sempre se canta o Hino da Liga .  

Uma Sessão Solene -  em que será apresentado o estado da Liga e propostos meios para aperfeiçoar a sua ação.

                                                         SESSÃO SOLENE
Na Festa da Liga, a partir da 15.00 horas, no Auditório do Centro Cívico de Manteigas, teve lugar a Sessão Solene, parte integrante da referida Festa.
Fez a abertura da mesma o Assistente Geral da Liga que, depois de ter saudado os presentes, se congratulou pelo facto de ter sido escolhida e, Manteigas ter aceite, ser a anfitriã da Festa deste ano.
Ainda bem, disse ele.
- A Vila de Manteigas, desde 1928, encontra-se mais diretamente ligada à Obra do Senhor D. João. Nesse ano de 1928 partiram de Manteigas, para um retiro, as cinco primeiras postulantes, findo o qual, de imediato, começaram a trabalhar acolhendo, ensinando, protegendo, e educando as crianças mais necessitadas da vila; fizeram-no primeiro nas suas próprias casas, depois nas casas que três famílias foram doando para que a Liga aparecesse de modo mais visível implantada em Manteigas; Assim e deste modo esta Festa foi ocasião propícia de publicamente, relembrar, agradecer e homenagear essas famílias e a sua generosidade.
- Além disso, neste ano de 2014, completam-se os 75 anos da primeira comunidade dos Servos Internos a funcionar de modo pleno nesta mesma Vila. – com a sua coordenadora local e outras várias irmãs trabalhando segundo o carisma do seu Fundador.
- A realização da Festa da Liga em Manteigas, continuou ele, foi também ocasião, para se relembrar e agradecer, de modo peculiar, a todos os servos e servas, que por aqui já foram passando, aos que de cá são naturais e tantos outros que, quase sempre no anonimato, foram consagrando as suas vidas e os seus trabalhos a este povo.
- Celebrar a Festa em Manteigas foi ocasião de lembrar tantas e tantas crianças que por aqui passaram, aqui tiveram o início da sua educação e daqui já partiram enfrentando a vida por outras paragens.
- A Festa permitiu, além disso, avivar a espiritualidade de D. João, ele que tantas vezes aqui pernoitou. Que um dia o possamos venerar nos altares já que, certamente em muitos de nós, ele é já celebrado no coração. Também em Manteigas, “ É preciso que Jesus Reine”.
Coube, ainda ao Assistente-Geral, fazer o encerramento da Sessão.
Desde a Câmara Municipal de Manteigas às Entidades Civis convidadas e presentes; Desde a G.N.R. ao serviço de apoio logístico e hoteleiro; desde os elementos da Liga às comunidades eclesiais que solenemente manifestaram e celebraram a Fé; desde os que se deslocaram a Manteigas para participarem na Festa aos que não puderam vir e sobretudo ao povo manteiguense que os acolheu, ele manifestou o seu agradecimento pessoal, da comunidade dos Servos de Manteigas, bem como a gratidão de toda a Liga dos Servos de Jesus.

 


 

   Este apontamento não passa de um simples resumo.  Muitas coisas ficam por dizer, mas para todos os que participaram  fica a vivência do testemunho, do convívio fraterno e o desejo de que a Liga dos Servos de Jesus permaneça fiel ao Carisma do seu Fundador  e cada dia procure vivenciar o seu lema :« É Preciso Que Jesus Reine»
 
 

sábado, 2 de agosto de 2014

A Palavra de Deus que nos é transmitida através do nosso Assistente convida-nos a descansar sem deixar de «caminhar» sempre na busca do Deus que nos ama e a quem queremos servir na fidelidade à Sua Vontade


                                                                           
 

                                                       MÊS DE AGOSTO

“Os Apóstolos reuniram-se a Jesus e contaram-lhe tudo o que tinham feito e ensinado. Disse-lhes, então: «Vinde, retiremo-nos para um lugar deserto e descansai um pouco.» Porque eram tantos os que iam e vinham, que nem tinham tempo para comer. Foram, pois, no barco,  para um lugar isolado, sem mais ninguém”. (Mc 6, 30 ss)
No mês de agosto ou num outro mês qualquer, deve existir um tempo em que o mesmo seja “mais para nós” e para os nossos mais próximos. Sabemos como durante todo o ano pastoral somos solicitados e nos esgotamos nas mais diferentes atividades apostólicas. Além disso, cada um de nós tem sempre o seu “dever” a cumprir.
Quisemos trazer para aqui este texto evangélico onde se encontra o convite de Jesus aos seus discípulos para que estes se retirem e descansem um pouco. Sabemos que quando o fizeram, tinham já outras pessoas que os aguardavam à sua chegada.
O tempo de lazer torna-se fundamental para todos. O mudar de atividade faz-nos sentir mais para nós para depois podermos servir mais e melhor os outros.
Por isso o ritmo que carateriza o tempo de descanso, tem de ser diferente e cronologicamente diverso; a nossa espiritualidade deve marcá-lo também, de modo distinto naturalmente. Não foi assim no relato da criação? Não é assim no ritmo semanal quer dos Judeus quer dos Cristãos? Esse espaço de tempo também ele deve pertencer ao Senhor; ser tempo de  “Domingo”.
O Sábado era o dia festivo do AT: Ex 35,1-3; Nm 15,32-36; Is 1,13; Os 2,13; o dia da “libertação” do Egipto, do trabalho, da escravidão: Ex 23,12; Dt 5,12-15; Jr 17,19-27; dia do “repouso”: Gn 2,2-3; Ex 20,8-11; Ez 20,12; 46,1-12; do anúncio dos bens futuros – escatologia: Is 56,1-7; 58,13-14; 66,22-23; Jr 17,19-27. Quando Jesus veio, o jugo dos fariseus fizera do Sábado um dia de escravidão: Mt 12,1-14.; Lc 6,1-11; 13,10-17; Jo 5,9-18; 7,21-24; 9,14-16; Act 1,12. Cristo transforma o Sábado no dia da sepultura: Lc 23,53-54; Jo 19,31-42; e fixa para o dia seguinte – Domingo – o dia da Ressurreição, da libertação, da nova criação: Mc 16,2-9; Jo 2» Domingo, dia em que o Senhor se manifesta: Jo 20,1.16.19.26; Ap 1,10; e transmite o seu perdão: Jo 20,19-23; é o dia da reunião da comunidade cristã: Act 20,7; 1 Cor 16,2; é o “Dia do Senhor”, correspondente ao “Dia de Javé”, tomando, assim, uma perspectiva escatológica: Act 2,20; 17,31; 1 Cor 1,8; 5,5.
O tempo de repouso é necessário e não deve ser descurado. Haverá muitos modos de repousar. O importante é que ao repousar cada qual se sinta mais livre, mais alegre, mais atento a Deus servindo-O de modo diferente, mas agindo sempre por amor. Seguindo de perto o concílio Vaticano II não esqueçamos o que o mesmo nos recomenda:
“…Os tempos livres sejam bem empregados, para descanso do espírito e saúde da alma e do corpo, ora com atividades e estudos livremente escolhidos, ora com viagens a outras regiões (turismo), com as quais se educa o espírito e os homens se enriquecem com o conhecimento mútuo, ora também com exercícios e manifestações desportivas, que contribuem para manter o equilíbrio psíquico, mesmo na comunidade, e para estabelecer relações fraternas entre os homens de todas as condições e nações, ou de raças diversas”. G. S. 61
Para as irmãs doentes e ou outras pessoas sem possibilidades de férias, solicitamos de Deus todo-poderoso a Graça da Sua Presença e que a mesma a todos transmita os valores eternos por Ele prometidos em todas as etapas da nossa vida. Deus nos conceda a saúde, a alegria e a Paz.

                                                                       

                                                                                       Guarda 2014-08-01

                                                                                      Assistente Geral

                                                                                                      P. Alfredo Pinheiro Neves

 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

D. João foi Padre e Bispo de Evangelho a arder... não buscou parecer, mas ser, em tudo ser, para apenas em Deus se realizar...


 
Recordando  o Fundador da Liga dos Servos de Jesus

D. João de Oliveira Matos foi nomeado Bispo de Aureliópolis e Auxiliar da  diocese da Guarda pelo Santo Padre Pio XI em Dezembro de 1922 e foi  sagrado Bispo na Sé Catedral da Guarda  a 25 de Julho de 1923.
«Á semelhança de um meteoro que atravessa o espaço, semeando um rasto luminoso, a atividade apostólica do  Senhor D. João de Oliveira Matos deixou um sulco de luz. Alma de Deus, inteiramente abrasada em zelo, o Santo Prelado deixou, em todas as freguesias da diocese que percorreu mais de uma vez, o testemunho da sua fé, o calor da sua caridade e o exemplo das mais altas virtudes…
… A Liga dos Servos de Jesus, com o conjunto de obras e serviços sociais que mantém e que estão integrados no Instituto de São Miguel, constitui uma herança sagrada que toda a diocese deve acarinhar e auxiliar para que se mantenha fiel no espírito do seu  fundador e prospere de forma a poder intensificar o seu magnifico apostolado religioso e social .»   

                                                                                                               (Texto escrito no cinquentenário da LSJ…)

domingo, 6 de julho de 2014

A Liga dos Servos de Jesus apresenta a D. António Manuel Moiteiro Ramos os melhores cumprimentos de felicitações na estima e gratidão de sempre. Deseja a Sua Ex.cia Rev.ma Apostolado fecundo na nova missão que lhe foi confiada.


Aveiro: Dinamismo da «Missão Jubilar» é o programa do novo bispo da diocese
D. António Manuel Moiteiro Ramos com o Papa Francisco 

Agência Ecclesia 04 de Julho de 2014, às 11:00
Aveiro, 04 jul 2014 (Ecclesia) – O bispo de Aveiro, D. António  Manuel Moiteiro Ramos, afirmou hoje que o “horizonte pastoral” da diocese é continuar o “dinamismo criado pela Missão Jubilar”, onde deseja promover “a cultura da proximidade”.
“Para os próximos anos, o nosso horizonte pastoral deve ser o dinamismo criado pela Missão Jubilar que celebrou os 75 anos da restauração da Diocese”, afirmou D. António Manuel Moiteiro Ramos, hoje nomeado Bispo de Aveiro.
Na mensagem que dirigiu à diocese de Aveiro, D. António Moiteiro sustenta que “sem comunidades cristãs vivas não há Igreja de Jesus”.
O novo bispo de Aveiro recorda que ao iniciar o seu ministério episcopal, há dois anos, disse que “a missão da Igreja não podia ser outra que a de proclamar o amor gratuito de Deus, a conversão ao Evangelho, o dom do Espírito, o Batismo para o perdão dos pecados e a formação de comunidades cristãs onde a fraternidade seja o selo da nossa identidade”.
“Passado este tempo, estou verdadeiramente convicto de que sem comunidades cristãs vivas não há Igreja de Jesus”, afirma.
Para o até agora bispo auxiliar da Arquidiocese de Braga, “a missão da Igreja não é outra senão a de propor a toda a humanidade a alegria do Evangelho”.
Na mensagem que dirigiu à diocese de Aveiro, D. António Moiteiro saúda os membros da Igreja e as autoridades civis, académicas e militares, recordando “os que mais sofrem” por motivos de doença ou “pelas consequências do sistema social que impera”.
“Para todos endereço uma palavra de esperança e a certeza da minha colaboração na promoção da pessoa humana criada à imagem e semelhança de Deus”, afirma D. António Moiteiro.
Manifesta também “reconhecimento e gratidão” à Arquidiocese de Braga, onde foi bispo auxiliar durante os dois últimos anos.
“A todos peço que me ajudeis a concretizar, nas terras de Aveiro, o meu lema episcopal «É preciso que Jesus reine» (1 Cor 15, 25), para que Jesus reine efetivamente na Diocese, nas famílias e, primeiro que tudo, no nosso coração”, pede D. António Moiteiro.
“Cultivemos a cultura da proximidade e rezemos uns pelos outros”, conclui o novo bispo de Aveiro na saudação à Diocese.
D. António Moiteiro Ramos, de 58 anos, foi hoje nomeado bispo de Aveiro pelo Papa Francisco, sucedendo a D. António Francisco dos Santos, que em abril deste ano tomou posse como bispo do Porto

Pequena biografia:
«O Papa Francisco nomeou hoje , dia 04 de Julho de 2014, D. António Manuel Moiteiro Ramos Bispo de Aveiro.
O Prelado de 58 anos até agora Bispo Auxiliar de Braga sucede a D. António Francisco, eleito bispo do Porto no passado dia 21 de Fevereiro.
António Manuel Moiteiro Ramos nasceu a 17 de Maio de 1956, na freguesia de Aldeia de João Pires, concelho de Penamacor e distrito de Castelo Branco, na diocese da Guarda.
Frequentou os Seminários Diocesanos do Fundão e da Guarda, sendo ordenado sacerdote a 8 de Abril de 1982 e nomeado Vigário Paroquial das paróquias de São Vicente e de São Miguel da Guarda. Em 1987 foi nomeado pároco, como membro de uma equipa sacerdotal, das paróquias de São Miguel da Guarda, Alvendre, Avelãs de Ambom, Rocamondo e Vila Franca do Deão e, em 1996, assume o cargo de Director Espiritual do Seminário Maior da Guarda, acumulando, ao mesmo tempo, com a assistência pastoral às paróquias de João Antão, Santa Ana d’Azinha e Panoias. Em 2006, e também como membro de uma equipa sacerdotal, foi nomeado pároco da Sé e de São Vicente, na cidade da Guarda.
Para além da paroquialidade exerceu, ao longo destes 30 anos de sacerdote, outros serviços na diocese da Guarda, tais como o de Responsável pelos Departamentos de Catequese da Infância e Adolescência e do Ensino da Igreja nas Escolas e, actualmente, o de Director do Secretariado Diocesano da Educação Cristã, Coordenador da Pastoral, Assistente Diocesano das Conferências Vicentinas, Membro do Conselho Presbiteral, do Conselho Episcopal e do de Pastoral.
Em 3 de Setembro de 2005 foi nomeado Assistente Geral da Liga dos Servos de Jesus, uma Associação Pública de Fiéis, fundada, em 1924, pelo bispo auxiliar da diocese da Guarda, o Servo de Deus D. João de Oliveira Matos, tendo, no momento actual, 23 comunidades em Portugal e uma em Angola e, em 2006, Vice-Postulador do Processo de Beatificação e Canonização do Servo de Deus.
Entre 1984-1986 fez a licenciatura em Teologia, com especialidade em catequética, no Instituto Superior de Teologia San Dâmaso, em Madrid, filiado na Universidade Pontifícia de Salamanca e, nos anos 1994-1996, frequentou as aulas no Instituto Superior de Pastoral, em Madrid, concluindo o doutoramento em Teologia Pastoral, em 1997, com a tese «Os catecismos portugueses da infância e adolescência de 1953-1993». Desde 1987 foi professor de catequética no Seminário Maior da Guarda e, actualmente, é professor de teologia pastoral no Instituto Superior de Teologia Beiras e Douro, com sede em Viseu.
O padre António Manuel Moiteiro Ramos foi nomeado, pelo Papa Bento XVI, Bispo auxiliar de Braga, com o título de Cabarsussi.  Cabarssusi foi uma diocese católica, hoje extinta, que ficava no distrito de Bizacena, na Província Romana da África, da qual se mantém apenas o nome e cujo título é concedido a um bispo auxiliar ou coadjutor. Bizacena (Byzacena) foi um distrito da província romana da África, ao sul da Zeugitânia. A sua capital era Bizácio (Byzacium) e corresponde hoje ao território da Tunísia.»
O Bispo Auxiliar de Braga era pároco das paróquias de Sé e S. Vicente (Guarda). Ordenação na Sé da Guarda
A ordenação Episcopal de D. António Manuel Moiteiro Ramos foi a 12 de Agosto de 2012, na Sé Catedral da Guarda pelo Cardeal D. José Saraiva Martins, sendo consagrantes o Bispo da Guarda, D. Manuel da Rocha Felício e o Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga.