
domingo, 28 de dezembro de 2008
MAIS UMA REUNIÃO DO CONSELHO GERAL DA LIGA DOS SERVOS DE JESUS!

domingo, 7 de dezembro de 2008
DIA DE FORMAÇÃO

Foi um grupo bastante numeroso, de Servos e simpatizantes, o que se reuniu no Outeiro de São Miguel.
O Assistente da Liga, como era de esperar, tinha os escritos de São Paulo preparados para dar aos presentes umas boas lições sobre a doutrina que ele pregou, que é muito actual para os dias de hoje, e sobre como exercer o apostolado. Estamos a celebrar e a tentar viver um ano Paulino muito a sério.
O PowerPoint, que dava uma ideia bem clara de algumas das viagens do Apóstolo, ajudava a tornar os factos mais reais, pois era ilustrado com cartas que fazem parte da actualidade do planeta em que vivemos.
São Paulo pregou, com entusiasmo, Jesus crucificado e Jesus ressuscitado. Quanto nós queremos afastar de nós a ideia de que “Toda a nossa glória está na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo!” De facto, para que seja a nossa glória, tem de ser primeiro a nossa vida e na nossa cruz, embora imitando a de Cristo.
Foi morrendo na cruz que Cristo nos salvou e nos libertou do pecado, derramando, sobre nós, o seu sangue redentor.
É que não é fácil aceitar a cruz do nosso dia a dia. E quanto menos a aceitamos, mais pesada se torna. Como é com ela que temos de viver, o melhor é fazer um esforço.
O mundo parece oferecer-nos facilidades, mas engana-nos.
Só vivendo na cruz, podemos ressuscitar para a vida eterna, onde receberemos o prémio de tudo o que fizemos. E temos fé que assim há-de ser, pois somos seguidores de Cristo que, após a morte na cruz, saiu glorioso do sepulcro, deixando-o vazio. O seu corpo adquiriu qualidades que não têm explicação, a não ser à luz da fé. “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé”, como diz, também, São Paulo.
Realmente, se tudo acabasse com a morte física, não tinha razão de ser uma vida de privações, na qual nada devemos decidir só por nós, mas submeter tudo aos nossos superiores hierárquicos, temos de abdicar da nossa vontade, desprender-nos dos bens terrenos, viver com pessoas que não são da nossa família de sangue, pessoas que, na nossa infância, desconhecíamos completamente, e hoje amamos, conviver, alegre e harmoniosamente, aceitando e respeitando as diferenças, viver em paz com toda a gente…
domingo, 23 de novembro de 2008
21/23 de Novembro de 2008
(Apresentação de Maria, no Templo!)
C O N S A G R A Ç Ã O!
Ouvi a voz de Deus, com emoção:
Não com certezas, por conselho de alguém,
Sabendo desempenhar o papel de mãe!
Acolhi a ideia, um pouco receosa…
Graças a Ti, Mãe amorosa,
Reflecti, mais profundamente,
A decisão de seguir em frente!
Com a tua ajuda, não voltarei atrás,
Ao teu lado, de tudo serei capaz,
Ó Mãe dos que mendigam a tua luz,
Mãe dos Servos de Jesus!
E Mãe, quase por imposição,
Melhor, por “exigência” do Senhor D. João,
Que Te colocou como timoneira
Da nossa “Barca”, para a vida inteira!
Tinhas de auxiliar o teu Jesus
Que, mesmo sem a Liga, já tinha pesada a cruz!
O Santo bispo não tinha plena confiança em nós,
Por isso, decidiu não nos deixar, por cá, sós!
Grande conhecedor era da humana fraqueza,
Que sabia incapaz de, sem Ti, implantar, de Jesus, a Realeza!
(Jesus Cristo, Rei do Universo!)quinta-feira, 20 de novembro de 2008
FESTA DA IMACULADA CONCEIÇÃO

Mais uma vez,
Venho a teus pés,
Lembrar o que bem conheces!
Mas nosso Deus,
Cuidados seus,
Mandou reiterar nossas preces!
Não foi em vão,
Que D. João,
A Ti consagrou os Servos de Jesus!
Pois toda a vida,
Tu deste à Liga,
A protecção, tua luz!
Mas, eis que agora,
De novo implora,
De coração a chorar!
Que olhes para ela,
Qual caravela,
Que anda à deriva no mar!
Não sabe bem,
Confessa, ó Mãe,
O que devia e não fez!
Já que não vê,
Razão porquê,
Na vida tanto revés!
Ninguém escolhe,
Por mais que olhe,
Seguir, na Liga, o teu Filho!
Não é igual,
À que, afinal,
Colocou D. João, de Deus, no trilho?
Tantos correram,
Quando souberam,
Antes de se fazer tarde!
Hoje, porém,
Quase ninguém vem,
Já dentro o zelo não arde!
Dá-nos, Senhora,
Mas sem demora,
Pistas para o nosso agir!
Queremos manter,
Haja o que houver,
A Liga, para o porvir!
domingo, 16 de novembro de 2008
RECOLECÇÃO MENSAL, NO ROCHOSO:
Receoso de si próprio, cortou logo a palavra à autora, pois conhece a máxima do Senhor D. João: “Um elogio é pior que um tiro!” e, embora conte já com um grau superior de maturidade, nunca fiar!...
Mas foi, de facto, um grito espontâneo que poderia ter sido uma exclamação feita em uníssono, já que interpretou bem os sentimentos de todo o grupo. Na realidade, tinha falado muito bem, mas com a ajuda do Espírito, como ele próprio sublinhou, várias vezes!
O tema de reflexão foi, mais uma vez, a PALAVRA DE DEUS, segundo a Mensagem do Santo Padre, ao Povo de Deus, no encerramento do Sínodo dos Bispos, 2008.
Segundo este documento, a PALAVRA DE DEUS é um “Canto a várias vozes”, uma verdadeira polifonia.
1ª Voz: Neste canto, a 1ª voz é a 2ª Pessoa da SS Trindade. Jesus, a PALAVRA, fundamento da comunicação no seio da Trindade, sua pátria.
2ª Voz: A PALAVRA DE DEUS, na obra da criação. O livro maravilhoso que é o próprio mundo, que se torna a voz de Deus, que nós só não ouvimos ou não compreendemos, se não prestarmos atenção. “Não são palavras, nem linguagem, cujo sentido se não perceba…”. O mundo não só revela a grandeza de Deus, como a grandeza que Deus conferiu ao homem. Fez dele quase um ser divino, como afirma o autor do Sl 8. O homem é quase um ser divino, mas não é Deus, tem de reconhecer que depende de Deus. Nesta reflexão, o homem acaba por concluir que a Palavra de Deus também se faz ouvir dentro de si próprio.
3ª Voz: Jesus Cristo, a Palavra feita carne. A vida de Jesus é palavra. Em Jesus a palavra assume um rosto. Palavra sem rosto não é perfeita. Temos o exemplo de Job, quando diz, arrependido de ter duvidado de Deus, porque não O viu: “Os meus ouvidos tinham ouvido falar de Ti, mas, agora, vêem-Te os meus próprios olhos…”. Jesus diz a Filipe: “Quem Me vê, vê o Pai; Jesus, o rosto do Pai. “Maria escolheu a melhor parte”, porque escolheu Jesus, “a única coisa necessária”, e não a sua palavra.
4ª Voz: A PALAVRA DE DEUS, no anúncio dos Profetas e dos Apóstolos, na transmissão oral, antes de ser escrita na Bíblia.
5ª Voz: A Sagrada Escritura, que é palavra de Deus enquanto explica Jesus Cristo. Toda a Escritura, Antigo e Novo Testamento, fala de Jesus, ou melhor, Jesus fala em todas as Escrituras. Na leitura da Bíblia, o que devemos procurar é Jesus Cristo e não a verdade, ou qualquer outro conceito.
6ª Voz: PALAVRA DE DEUS, na Igreja. A revelação acabou, com o Novo Testamento, mas o percurso da palavra não. Continua o seu percurso na vida da Igreja, na palavra transmitida: as homilias, a catequese e a caridade são PALAVRA DE DEUS. O grande momento de Pastoral, para o Padre é a homilia e não as inúmeras reuniões que ele se propõe organizar e a elas presidir. Temos consciência desta realidade, quando recebemos ou damos catequese. Enquanto membros da Igreja, e na medida em que nos deixamos conduzir pelo Espírito, somos mediadores, instrumentos da PALAVRA DE DEUS.
LEITURA DA BÍBLIA
Tanto nas proposições (dos Bispos para o Papa, para discussão durante o Sínodo), como na mensagem (do Papa para o Povo de Deus, com conclusões), se fala na leitura orante da Sagrada Escritura.
O Sínodo propõe a todos o encontro com Cristo, palavra feita carne. Para bem ler a Bíblia, o cristão pode e deve contar com a ajuda do Espírito, mas nós temos poder para aceitar ou rejeitar essa ajuda, isto é, temos o poder de nos opormos à acção de Deus. Deus criou-nos com liberdade.
A leitura da Bíblia deve incidir sobre um texto. Pressupõe ESCUTA, para se entrar dentro do texto como se dele fôssemos personagens. Depois, é preciso SILÊNCIO. Um outro elemento imprescindível é o TEMPO. Não se faz uma leitura a correr, num bocadinho que não dá para fazer mais nada. O Espírito e Deus não andam ao ritmo da nossa pressa.
PS: Os momentos requeridos para a leitura, já se encontram no resumo da Recolecção do mês passado, explicados pelo Senhor Pe Eugénio.
Aqui, apenas se enumeram: leitura, meditação, oração e contemplação.
A pergunta: O que é que Deus nos pede? Deve levar-nos à conversão, à mudança de vida. Cristo morreu e ressuscitou para nos salvar. O facto de ter morrido para nos salvar não nos deve conduzir à passividade, à ideia de que já temos tudo feito. O nosso esforço é muito importante. Jesus, para morrer por nós, não foi colocado no Calvário com tudo preparado. Ele teve de percorrer o caminho!
A fé deve levar-nos à ideia da vida eterna. Nós queremos viver sempre e ser felizes e isto só se concretiza se nos salvarmos. Os que não se salvam também vivem sempre, mas não são felizes, bem ao contrário.
Ninguém nos pode colocar na meta, sem nos permitir fazer o percurso. Isso seria um resultado falso!
Tenhamos fé na vida eterna. Não digamos que tudo acaba aqui.
Sem fé na vida eterna, quem se disporá a amar os inimigos, a fazer bem a quem lhe faz mal?
domingo, 9 de novembro de 2008
HOJE,CELEBRÁMOS A VIDA, COM A PARTIDA PARA O PAI, DA IR. FELISBELA!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
MAIS UM ANIVERSÁRIO DA AUSÊNCIA DA IR. MARIA RITA, DA NOSSA COMPANHIA FÍSICA!
À Ir Maria Rita
Passaram dezoito anos,
Um longo lapso de vida,
Em que, pessoa tão querida,
Que, com carinho, lembramos,
Nos deixou, sem despedida.
Foi, para ela, surpresa?
Facto que desconhecemos.
Não tinha afectos terrenos:
Estava ao Pai tão presa,
Que ansiava os bens eternos.
Muito falava da morte,
Que afirmava não temer;
Foi modelo de mulher!
E tinha vontade forte,
Que Deus sabia mover.
Exemplos que nos legou?
Difícil enumerá-los;
Não admitia intervalos,
Inteiramente doou
Horas felizes, abalos…
Não teve vida sem falhas,
Pois que, divina, não era;
Qual eterna Primavera,
Despia, do “velho”, as malhas,
Sem um instante de espera.
Deus lhe tinha concedido
Uma profunda humildade,
Que fez crescer, com a idade,
E tinha, sempre, consigo
Na precisa quantidade.
Não olhava à estatura,
Ou condição social:
Sempre que agia mal,
Para a alma manter pura,
Em todos via um igual.
Pedia, logo, perdão,
Com facilidade extrema!
E não escondia a pena,
De, a Deus, ter dito não,
De ainda ser tão terrena…
Ó Irmã Maria Rita,
Em que grau já estará?
Se, andar mais tempo por cá,
Considerava desdita,
Que gozo Deus lhe dará!
15/11/2008