Coisas que não aconteçam às nossas irmãs de Angola!...
Não há quem as traga,
No avião não há vaga!
Mas venham de barco,
É um meio mais parco!
Ou então, a nado,
Juntas, lado a lado!
Não queremos assim:
Quando era o fim?!...
E nós, que maçada,
Espera anulada!
É só no domingo por serem cristãs,
Ou para ver Luanda mais umas manhãs?
Olhem: por favor não enganem mais,
Tantas deceções podem ser fatais!
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