sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
BOAS FESTAS!

Tenham muito BOAS FESTAS!
Instaram famílias várias,
Ainda que imaginárias,
Para que as melhores fossem estas!
Também para o NOVO ANO,
Auguramos bom sucesso:
Maior vontade de agir,
Em direcção ao porvir,
Pois todo o esforço tem preço!
A casa já tem princípio
E alguém para abrigar;
Mais virão e, a seu tempo,
Veremos vosso talento,
Na arte de evangelizar.
Chamar, porém, é com Deus,
Só Ele vê o coração:
Os Zaqueus as Madalenas
Bebem verdades eternas,
Que ensinais com a oração.
Estamos felizes convosco,
Rejubila a nossa alma!
Contudo, a vossa ausência,
Só se esquece porque a essência,
Desse labor leva à palma.
D. ELISA E D. ETELVINA, NO CÉU!
Nesse dia, em que partiram,
Ou ainda nem se viram,
Para não haver desmando?
Apraze-me imaginar
Que, encontrar-se com Deus
E todos os filhos seus,
Demora, nesse lugar!
Lugar?! Será fantasia…
Estado de alma, talvez,
Conforme o que aqui se fez,
O melhor que se podia.
São tantos, tantos, Senhor!
Até dos que conhecemos,
E dos quais nada sabemos,
Ninguém se lembra de cor.
Foi mistério, esta partida!
Seguiram rotas diferentes,
Entre as mais diversas gentes,
Mas algo comum na vida.
Humanamente falando,
D. Elisa tinha o nível
E estava disponível;
Deus fez mover o comando!
D. Etelvina, porém,
Vigiava, com desvelo,
O seu mais querido elo,
Como se dele fosse a mãe!
Tinham combinado antes
E mantiveram segredo?
Uma foi horas mais cedo,
Mas ambas pouco distantes!
Partiram num lindo dia!
A festa da Imaculada,
Por nossos reis coroada,
Da melhor coroa que havia.
Saber como tudo é
Não vamos nós, de certeza;
Aguardamos a surpresa,
Tornando mais forte a fé!
domingo, 13 de dezembro de 2009
AINDA O RETIRO DO ROCHOSO:

ADVENTO-Itinerário de um encontro salvífico.
Com a Mafalda, analisemos o mundo doente, que somos nós.
Advento é a vinda periódica da divindade, já com sentido religioso; É a última vinda do Senhor. Mas é também, em relação ao 1º Natal, vinda d’Aquele que vem por AMOR.
É neste sentido que queremos viver o Advento. Somos tentados a não sermos bons. A Mafalda consegue fazer tudo para curar o mundo doente. Devemos ter um AMOR que transfigura.
Desde a Criação, Deus tem-se oferecido ao mundo. Oferece-Se naquilo que cria. Dá tudo. Dar o próprio Filho é dar tudo, dar mais do que a si próprio.
Devemos dar um sentido à nossa oferta e viver dela. É o que Deus faz. Os presentes devem implicar quem os oferece.
Desejo da vinda do Salvador. O desejo transfigura a espera!
Os desejos habitam-nos. Por vezes, não os concretizamos. Não devíamos opôr-nos aos desejos de Deus.
As nossas inquietações, mesmo negativas, vêm revelar a necessidade de algo. (Lembremo-nos da polémica de Saramago).
Não há consagração, sem se viver o desejo. Quando se vai o desejo de Deus, termina a nossa consagração, ainda que a tenhamos registada no papel. Quando celebramos algum acontecimento, o mesmo já tinha sido celebrado pelo desejo, em maiores proporções do que no momento da celebração. O nosso desejo e o nosso amor devem ser perseverantes.
Se o nosso desejo em relação a Deus é limitado, não presta, é fictício. Por seu lado, o amor, ou é total, ou não é amor.
Este desejo da festa de Natal reflecte-se neste tempo do Advento. O desejo é que nos faz caminhar para a meta. Sem o desejo não se caminha.
Toda a caminhada descrita na Bíblia é em ordem a despertar a necessidade da vinda de um Messias, Salvador, mas O que vem só pode penetrar nos corações, se estes estiverem alimentados pelo desejo.
Advento, tempo de preparação.
Matar o tempo rouba-nos a vida. Sempre que desprezamos a vida, estamos a matá-la.
Na Bíblia, o tempo é pedagógico, é sempre uma preparação para a conversão. Lembremos os períodos de 40 anos/dias nela referidos. São sempre passagem, evolução…
É tempo vivido para a esperança e dela se alimenta.
O Cristão é aquele que vive em esperança. “Preparar os caminhos do Senhor”, diz Isaías. Tem que ser uma espera activa e eficaz, diz João Baptista. O tempo adiado deixa de ser tempo. O Advento é um tempo, sem ele não há Natal.
O Messias vem? Vem, ou não vem? “É que nós não vemos nada de diferente em vós!”, podem dizer os não crentes.
João Baptista pergunta a Jesus: “És Tu o que vem responder às nossas esperanças?” “Os cegos vêem, os mudos falam…” É a resposta de Jesus.
Nota-se em mim que o Messias vem?
Devemos viver na certeza de que Ele vem e, ao mesmo tempo, desejar que Ele venha. Nunca devemos estar saciados da ideia dessa vinda.
O Advento projecta-nos para o futuro, não nos fecha no passado.
Os tempos são diferentes e desafiam-nos para a novidade da resposta.
A criança do presépio revela-nos o novo rosto de Deus.
É nossa missão dar um rosto novo à humildade.
O encontro é o Natal!
Mas deve acontecer diariamente. Este encontro fica para a Adoração. É durante ela que vamos encontrar-nos cara a cara com Aquele que esperamos. O encontro deve deixar marcas. O encontro do qual saímos iguais não é encontro.
O ritmo da vida faz-nos esquecer tudo o resto! Os problemas são verdade? O resto não é verdade? O que é que pesa mais?
Uma realidade não elimina a outra.
Não viver na alegria é dizer a Jesus descaradamente: “Não sei para que vieste!” “Não vale a pena voltares!”
sábado, 12 de dezembro de 2009
RETIRO DE DEZEMBRO, NO ROCHOSO!
O nosso orientador foi o Senhor Padre Serafim, cujo nome parece assentar-lhe a cem por cento, assim Deus nos ouça e continue a ajudá-lo a ser coerente com ele.




-Viver em alegria

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
MAIS DUAS SERVAS, MUITO QUERIDAS, QUE PARTIRAM!
D. Elisa


Já ninguém entende nada,
Ambas partiram para o céu,
Na festa da Imaculada!
Cada uma no seu género,
Santas à sua maneira,
Desprezaram o efémero,
Levando-nos a dianteira!
Quer seja um grande "chavão",
Ou dos médicos rurais,
Não têm a vida na mão,
Nenhum é menos, nem mais!
Deus é que dela faz dom
E a retoma a seu jeito;
Sendo Ele um Pai tão bom,
Só faz o que é bem feito.
Foram contemporâneas nesta casa, ambas leccionaram na Escola e eram amigas. A D. Etelvina Pacheco Serrano Dinis da Fonseca sentiu que Deus a chamava a constituir família e assim decidiu, passando a viver em Lisboa. A D. Elisa por aqui se manteve, ausentando-se, apenas, nas férias. Até que sentindo-se já um pouco limitada, passou a permanecer a tempo inteiro.
A D. Etelvina foi sempre muito dinâmica. Dava bastante apoio ao núcleo de Servos Externos de Lisboa. Uma qualidade que nela se salientava era a preocupação pelo outro. Resolvia todos os problemas que estivessem ao seu alcance. Leccionou, durante muito tempo, no Colégio das Oblatas, em Lisboa. Estimava e era estimada por todas as suas alunas, das quais falava com grande carinho e amizade. Claro que vivia com intensidade os seus problemas, não só durante a vida escolar, mas pela vida fora.
A D. Elisa era mais introvertida. Tinha um viver muito suigéneris, mas manifestava grande virtude, quando a ocasião se proporcionava.
Muitos conheciam-na como a Elisinha. Quando o Colégio começou, a D. Elisa foi um grande apoio para a Ir Maria Rita.Que Deus lhes dê a recompensa de todas as boas acções que praticaram e que, junto d'Ele, intercedam por nós.
domingo, 6 de dezembro de 2009
CONTINUAMOS COM ANGOLA!
Arrancaram as obras, em Quilenda.
As nossas Missionárias já lá têm uma tenda!




