segunda-feira, 29 de março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
RETIRO ANUAL, DOS MEMBROS INTERNOS DA LIGA DOS SERVOS DE JESUS!
Mensagem deixada pelo Senhor D. António Marcelino!
Tenho uma viagem marcada
Fazê-la, quando, não sei
Do que tenho não levo nada
Conforme consta do Plano de Actividades, elaborado no início do Ano Pastoral, (informação neste blog, 13/01), está a decorrer, no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos, na Guarda, o primeiro retiro deste ano, para Servas. Teve início no dia 23, pelas 21:30h e terminará amnhã, dia 27, pelas 13:00h.
O orientador é o Senhor D. António Marcelino, bispo emérito de Aveiro.
No mesmo local, e após a conclusão do retiro, irá reunir o Conselho Geral da Liga com as Coordenadoras Locais, que aproveitarão para provar às Irmãs que se deslocaram das respectivas comunidades, que a sua falta se fez sentir e as vão buscar com toda a dedicação.
Esperamos que partilhem com as que não puderam estar presentes algo do que aprenderam e/ou viveram nestes dias, para que todas fiquemos mais enriquecidas.
quinta-feira, 25 de março de 2010
FESTA DA ANUNCIAÇÃO DO ANJO A MARIA!
Obrigado, ó Maria,
Pelo SIM que deste a Deus,
Dar-Te louvor, neste dia,
É dever dos filhos teus.
Se não fosse o teu SIM,
O Salvador não nascia;
E como seria o fim,
De quem nas trevas jazia?
Porém, graças ao teu SIM,
Foste Cooredentora;
O céu nos abriste, enfim,
Virgem Mãe, Nossa Senhora!
A LIGA DOS SERVOS DE JESUS SAÚDA SUA SANTIDADE, BENTO XVI!

SANTO PADRE!
Foi o acaso, ou foi Deus,
Que a decisão fez tomar,
Ao chefe dos fiéis seus,
De Fátima visitar?
De acordo com o que li,
Da Jacinta, o centenário,
“Arrastou-o”, para aqui,
Desde um impulso primário.
Como chefe da Igreja,
O Papa é Cristo na terra;
E a Jacinta só deseja
Mostrar quem, em vida, era!
Nas revelações que Deus
Concedeu à pequenina,
Fez-lhe ver os Pastores seus,
Seguindo a rota divina.
Porém, o “Homem de Branco”
Viu-o ela, em sofrimento,
Triste e em tédio tanto,
Que o gravou, de si, bem dentro.
E nunca mais se esqueceu,
De o ter sempre bem presente,
Em cada bom acto seu.
Dele falava a toda a gente!
E, naquele “Homem de Branco”,
Que Deus lhe concedeu ver,
Viu a todos, entretanto,
Qual deles, com mais sofrer!
Árdua é, do Papa, a missão!
Ele tem responsabilidade,
Não de um país, ou mais, não,
Mas de toda a humanidade!
Seja bem-vindo à terra,
Que é de Santa Maria;
Com muito amor se venera,
Aqui, na Cova da Iria!
Como Vigário de Cristo,
Amamo-lo, de verdade;
Por todos nós vai ser visto,
Com muita, muita amizade!
quarta-feira, 24 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
AOS SERVOS EXTERNOS, RECENTEMENTE ADMITIDOS...
Nunca mais nos encontrámos, na “Galileia”,
Onde Jesus transformou a “água em vinho”,
Estávamos felizes, pois havia casa cheia,
Era impossível sentirmo-nos sozinhos.
Eis que cada um foi enviado, então,
A ser fermento, no meio do seu mundo;
Ao chamamento, ninguém quis dizer não,
Convinha, agora, tornar o labor fecundo.
Veio a Quaresma, que tempo é propício,
Para, com ardor, as mãos ao arado lançar;
Mesmo inseridos, do mundo, no bulício,
Paira, certamente, o entusiasmo no ar.
E será Páscoa e todos de mãos dadas,
Aleluias cantarão, em harmonia;
Que Deus a todos oriente as pegadas
E, como Servos, vejam n’Ele o melhor guia!
Servos de Jesus, que nome pode haver,
Que melhor honre a um ser, filho de Deus?
No coração guardá-lo, com amor, é mister,
Mas, sobretudo, tornar outros servos seus.
Que Maria, a primeira e fiel Serva,
Seja modelo dos Servos do seu Senhor;
Que Ela aceite o valor de quem se entrega,
Para que o mundo se possa tornar melhor.
Onde Jesus transformou a “água em vinho”,
Estávamos felizes, pois havia casa cheia,
Era impossível sentirmo-nos sozinhos.
Eis que cada um foi enviado, então,
A ser fermento, no meio do seu mundo;
Ao chamamento, ninguém quis dizer não,
Convinha, agora, tornar o labor fecundo.
Veio a Quaresma, que tempo é propício,
Para, com ardor, as mãos ao arado lançar;
Mesmo inseridos, do mundo, no bulício,
Paira, certamente, o entusiasmo no ar.
E será Páscoa e todos de mãos dadas,
Aleluias cantarão, em harmonia;
Que Deus a todos oriente as pegadas
E, como Servos, vejam n’Ele o melhor guia!
Servos de Jesus, que nome pode haver,
Que melhor honre a um ser, filho de Deus?
No coração guardá-lo, com amor, é mister,
Mas, sobretudo, tornar outros servos seus.
Que Maria, a primeira e fiel Serva,
Seja modelo dos Servos do seu Senhor;
Que Ela aceite o valor de quem se entrega,
Para que o mundo se possa tornar melhor.
sábado, 13 de março de 2010
"FERVET OPUS": E que não a deixem arrefecer!...
Bom dia, Missionárias!
Não sei se têm acesso ao "Amigo da Verdade". Aqui, no Blog, está um link para ele, mas, não sei o que aconteceu e os links andam, por aqui, a passear...
Se puderem ler... Sempre é mais uma acha para a fogueira que lhes arde na alma!...
"
F ebre de oferecer um lar acolhedor
E nche de entusiasmo quem trabalha por amor;
R everte, sem dúvida, a favor daquele tesouro,
V ale, certamente, bem mais do que o ouro…
E não enferruja, nem a traça o rói,
T udo nele é graça e perdê-lo dói!
O bra que é de Deus, por Ele inspirada,
P ois, a ser diferente, não interessa nada;
U rge compreender do labor a razão,
S em mesmo esquecer os que a ele se dão!
“
Ferve o trabalho, mais dentro do que fora,
Deus é o atalho de quem está à hora!
Venham os obreiros, já têm abrigo
E os pioneiros alertam para o perigo!
Pode arrefecer "clima de fervor "
E desfalecer o mundo em redor!
Não convinha nada, era desperdício,
A obra almejada vale o sacrifício!
É trazer a muitos, ao Reino de Deus,
Dar-lhes a certeza que são filhos seus!
Concretizar sonhos de um Fundador,
Em realidade, onde quer que for!
Como ele conseguiu , ainda em vida,
Que dela partiu, com missão cumprida!
Vê-lo-emos, pois, à veneração,
No “urbi et orbi”, com toda a razão!
Assim Deus nos ouça e nós mereçamos,
Pois, que ele é santo, já não duvidamos!
Não sei se têm acesso ao "Amigo da Verdade". Aqui, no Blog, está um link para ele, mas, não sei o que aconteceu e os links andam, por aqui, a passear...
Se puderem ler... Sempre é mais uma acha para a fogueira que lhes arde na alma!...
"
F ebre de oferecer um lar acolhedor
E nche de entusiasmo quem trabalha por amor;
R everte, sem dúvida, a favor daquele tesouro,
V ale, certamente, bem mais do que o ouro…
E não enferruja, nem a traça o rói,
T udo nele é graça e perdê-lo dói!
O bra que é de Deus, por Ele inspirada,
P ois, a ser diferente, não interessa nada;
U rge compreender do labor a razão,
S em mesmo esquecer os que a ele se dão!
“
Ferve o trabalho, mais dentro do que fora,
Deus é o atalho de quem está à hora!
Venham os obreiros, já têm abrigo
E os pioneiros alertam para o perigo!
Pode arrefecer "clima de fervor "
E desfalecer o mundo em redor!
Não convinha nada, era desperdício,
A obra almejada vale o sacrifício!
É trazer a muitos, ao Reino de Deus,
Dar-lhes a certeza que são filhos seus!
Concretizar sonhos de um Fundador,
Em realidade, onde quer que for!
Como ele conseguiu , ainda em vida,
Que dela partiu, com missão cumprida!
Vê-lo-emos, pois, à veneração,
No “urbi et orbi”, com toda a razão!
Assim Deus nos ouça e nós mereçamos,
Pois, que ele é santo, já não duvidamos!
quarta-feira, 10 de março de 2010
Trabalho realizado no Patronato da Sagrada Família, S. Romão!
domingo, 7 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
AGRADECIMENTO!...
Foi logo pela manhã,
Num pouco importante afã,
Mas que algo tem a ver,
Que recebi a notícia,
E usei de alguma perícia,
Para a dar a conhecer!
Que agradável surpresa,
Fruto do que a gente reza,
Essa certeza me fica;
Olhem para o progresso,
Estejam atentos, lhes peço,
Ao que isto significa!
Lá anda a “abelhinha mestra”,
Que a todo o labor se presta,
Para o Reino dilatar;
Mas as que estão escondidas
Não enchem menores medidas
Só a Deus querem louvar!
Vejam o padre Farias,
Que apareceu por lá, uns dias,
E logo se interessou,
Pela obra, que se impunha,
E meteu lá uma “cunha”,
Que o terreno aumentou.
Apareçam voluntárias!...
Já as tarefas primárias
Vão numa fase avançada;
Faltam, porém, seguidores,
Que queiram como penhores
De Deus a glória, e mais nada!
E nós, aqui, inactivas,
A observar as fadigas,
Da gente, que se entrega,
Tão esquecida de si,
E, no cansaço, sorri,
Qual ignorado estratega!
Rezamos, isso é um facto,
Mas, qual deles, o menos apto
A “lançar mãos ao arado”;
Deus nos aceite a vontade,
De ver a realidade,
Da missão, lá desse lado!
O nosso ”BEM-HAJAM” mais uma vez!
Num pouco importante afã,
Mas que algo tem a ver,
Que recebi a notícia,
E usei de alguma perícia,
Para a dar a conhecer!
Que agradável surpresa,
Fruto do que a gente reza,
Essa certeza me fica;
Olhem para o progresso,
Estejam atentos, lhes peço,
Ao que isto significa!
Lá anda a “abelhinha mestra”,
Que a todo o labor se presta,
Para o Reino dilatar;
Mas as que estão escondidas
Não enchem menores medidas
Só a Deus querem louvar!
Vejam o padre Farias,
Que apareceu por lá, uns dias,
E logo se interessou,
Pela obra, que se impunha,
E meteu lá uma “cunha”,
Que o terreno aumentou.
Apareçam voluntárias!...
Já as tarefas primárias
Vão numa fase avançada;
Faltam, porém, seguidores,
Que queiram como penhores
De Deus a glória, e mais nada!
E nós, aqui, inactivas,
A observar as fadigas,
Da gente, que se entrega,
Tão esquecida de si,
E, no cansaço, sorri,
Qual ignorado estratega!
Rezamos, isso é um facto,
Mas, qual deles, o menos apto
A “lançar mãos ao arado”;
Deus nos aceite a vontade,
De ver a realidade,
Da missão, lá desse lado!
O nosso ”BEM-HAJAM” mais uma vez!
quarta-feira, 3 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
DIA DOIS DE MARÇO DE 2010!

Doou-se, inteiramente!...
Mãe, na Comunidade, a cem por cento,
Afirma quem melhor a conheceu!
Raramente escondia o sorriso
Inigualável, que a todos sempre deu,
Apesar do disfarçado sofrimento!
Caminhava a passos largos,
Âvançava, qual gazela,
Na direcção certa, na santidade
De vida que Deus lhe indicara;
Interiorizava, facilmente,
Directrizes que provinham de
Alguém que era santo e
De mais nada se preocupava:
Indicar o bom caminho era seu lema;
Não tinha interesses terrenos,
Interrogava-se, com frequência, e,
Só em Deus, encontrava a verdadeira resposta!
Dentro de si, havia lugar para todos!
Avara de angariar, apenas porque queria dar,
Foi, também, mãe dos carenciados;
Ornamentou de virtudes a sua vida,
Não pensando em si, mas nos outros;
Seguiu as máximas do Fundador:
Exímia no respeito pelas normas,
Cada dia, mais perfeita que no anterior,
Acabou os seus dias, em odor de santidade!
D. Maria Cândida Dinis da Fonseca!
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