
domingo, 28 de dezembro de 2008
MAIS UMA REUNIÃO DO CONSELHO GERAL DA LIGA DOS SERVOS DE JESUS!

domingo, 7 de dezembro de 2008
DIA DE FORMAÇÃO

Foi um grupo bastante numeroso, de Servos e simpatizantes, o que se reuniu no Outeiro de São Miguel.
O Assistente da Liga, como era de esperar, tinha os escritos de São Paulo preparados para dar aos presentes umas boas lições sobre a doutrina que ele pregou, que é muito actual para os dias de hoje, e sobre como exercer o apostolado. Estamos a celebrar e a tentar viver um ano Paulino muito a sério.
O PowerPoint, que dava uma ideia bem clara de algumas das viagens do Apóstolo, ajudava a tornar os factos mais reais, pois era ilustrado com cartas que fazem parte da actualidade do planeta em que vivemos.
São Paulo pregou, com entusiasmo, Jesus crucificado e Jesus ressuscitado. Quanto nós queremos afastar de nós a ideia de que “Toda a nossa glória está na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo!” De facto, para que seja a nossa glória, tem de ser primeiro a nossa vida e na nossa cruz, embora imitando a de Cristo.
Foi morrendo na cruz que Cristo nos salvou e nos libertou do pecado, derramando, sobre nós, o seu sangue redentor.
É que não é fácil aceitar a cruz do nosso dia a dia. E quanto menos a aceitamos, mais pesada se torna. Como é com ela que temos de viver, o melhor é fazer um esforço.
O mundo parece oferecer-nos facilidades, mas engana-nos.
Só vivendo na cruz, podemos ressuscitar para a vida eterna, onde receberemos o prémio de tudo o que fizemos. E temos fé que assim há-de ser, pois somos seguidores de Cristo que, após a morte na cruz, saiu glorioso do sepulcro, deixando-o vazio. O seu corpo adquiriu qualidades que não têm explicação, a não ser à luz da fé. “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé”, como diz, também, São Paulo.
Realmente, se tudo acabasse com a morte física, não tinha razão de ser uma vida de privações, na qual nada devemos decidir só por nós, mas submeter tudo aos nossos superiores hierárquicos, temos de abdicar da nossa vontade, desprender-nos dos bens terrenos, viver com pessoas que não são da nossa família de sangue, pessoas que, na nossa infância, desconhecíamos completamente, e hoje amamos, conviver, alegre e harmoniosamente, aceitando e respeitando as diferenças, viver em paz com toda a gente…
domingo, 23 de novembro de 2008
21/23 de Novembro de 2008
(Apresentação de Maria, no Templo!)
C O N S A G R A Ç Ã O!
Ouvi a voz de Deus, com emoção:
Não com certezas, por conselho de alguém,
Sabendo desempenhar o papel de mãe!
Acolhi a ideia, um pouco receosa…
Graças a Ti, Mãe amorosa,
Reflecti, mais profundamente,
A decisão de seguir em frente!
Com a tua ajuda, não voltarei atrás,
Ao teu lado, de tudo serei capaz,
Ó Mãe dos que mendigam a tua luz,
Mãe dos Servos de Jesus!
E Mãe, quase por imposição,
Melhor, por “exigência” do Senhor D. João,
Que Te colocou como timoneira
Da nossa “Barca”, para a vida inteira!
Tinhas de auxiliar o teu Jesus
Que, mesmo sem a Liga, já tinha pesada a cruz!
O Santo bispo não tinha plena confiança em nós,
Por isso, decidiu não nos deixar, por cá, sós!
Grande conhecedor era da humana fraqueza,
Que sabia incapaz de, sem Ti, implantar, de Jesus, a Realeza!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008
FESTA DA IMACULADA CONCEIÇÃO

Mais uma vez,
Venho a teus pés,
Lembrar o que bem conheces!
Mas nosso Deus,
Cuidados seus,
Mandou reiterar nossas preces!
Não foi em vão,
Que D. João,
A Ti consagrou os Servos de Jesus!
Pois toda a vida,
Tu deste à Liga,
A protecção, tua luz!
Mas, eis que agora,
De novo implora,
De coração a chorar!
Que olhes para ela,
Qual caravela,
Que anda à deriva no mar!
Não sabe bem,
Confessa, ó Mãe,
O que devia e não fez!
Já que não vê,
Razão porquê,
Na vida tanto revés!
Ninguém escolhe,
Por mais que olhe,
Seguir, na Liga, o teu Filho!
Não é igual,
À que, afinal,
Colocou D. João, de Deus, no trilho?
Tantos correram,
Quando souberam,
Antes de se fazer tarde!
Hoje, porém,
Quase ninguém vem,
Já dentro o zelo não arde!
Dá-nos, Senhora,
Mas sem demora,
Pistas para o nosso agir!
Queremos manter,
Haja o que houver,
A Liga, para o porvir!
domingo, 16 de novembro de 2008
RECOLECÇÃO MENSAL, NO ROCHOSO:
Receoso de si próprio, cortou logo a palavra à autora, pois conhece a máxima do Senhor D. João: “Um elogio é pior que um tiro!” e, embora conte já com um grau superior de maturidade, nunca fiar!...
Mas foi, de facto, um grito espontâneo que poderia ter sido uma exclamação feita em uníssono, já que interpretou bem os sentimentos de todo o grupo. Na realidade, tinha falado muito bem, mas com a ajuda do Espírito, como ele próprio sublinhou, várias vezes!
O tema de reflexão foi, mais uma vez, a PALAVRA DE DEUS, segundo a Mensagem do Santo Padre, ao Povo de Deus, no encerramento do Sínodo dos Bispos, 2008.
Segundo este documento, a PALAVRA DE DEUS é um “Canto a várias vozes”, uma verdadeira polifonia.
1ª Voz: Neste canto, a 1ª voz é a 2ª Pessoa da SS Trindade. Jesus, a PALAVRA, fundamento da comunicação no seio da Trindade, sua pátria.
2ª Voz: A PALAVRA DE DEUS, na obra da criação. O livro maravilhoso que é o próprio mundo, que se torna a voz de Deus, que nós só não ouvimos ou não compreendemos, se não prestarmos atenção. “Não são palavras, nem linguagem, cujo sentido se não perceba…”. O mundo não só revela a grandeza de Deus, como a grandeza que Deus conferiu ao homem. Fez dele quase um ser divino, como afirma o autor do Sl 8. O homem é quase um ser divino, mas não é Deus, tem de reconhecer que depende de Deus. Nesta reflexão, o homem acaba por concluir que a Palavra de Deus também se faz ouvir dentro de si próprio.
3ª Voz: Jesus Cristo, a Palavra feita carne. A vida de Jesus é palavra. Em Jesus a palavra assume um rosto. Palavra sem rosto não é perfeita. Temos o exemplo de Job, quando diz, arrependido de ter duvidado de Deus, porque não O viu: “Os meus ouvidos tinham ouvido falar de Ti, mas, agora, vêem-Te os meus próprios olhos…”. Jesus diz a Filipe: “Quem Me vê, vê o Pai; Jesus, o rosto do Pai. “Maria escolheu a melhor parte”, porque escolheu Jesus, “a única coisa necessária”, e não a sua palavra.
4ª Voz: A PALAVRA DE DEUS, no anúncio dos Profetas e dos Apóstolos, na transmissão oral, antes de ser escrita na Bíblia.
5ª Voz: A Sagrada Escritura, que é palavra de Deus enquanto explica Jesus Cristo. Toda a Escritura, Antigo e Novo Testamento, fala de Jesus, ou melhor, Jesus fala em todas as Escrituras. Na leitura da Bíblia, o que devemos procurar é Jesus Cristo e não a verdade, ou qualquer outro conceito.
6ª Voz: PALAVRA DE DEUS, na Igreja. A revelação acabou, com o Novo Testamento, mas o percurso da palavra não. Continua o seu percurso na vida da Igreja, na palavra transmitida: as homilias, a catequese e a caridade são PALAVRA DE DEUS. O grande momento de Pastoral, para o Padre é a homilia e não as inúmeras reuniões que ele se propõe organizar e a elas presidir. Temos consciência desta realidade, quando recebemos ou damos catequese. Enquanto membros da Igreja, e na medida em que nos deixamos conduzir pelo Espírito, somos mediadores, instrumentos da PALAVRA DE DEUS.
LEITURA DA BÍBLIA
Tanto nas proposições (dos Bispos para o Papa, para discussão durante o Sínodo), como na mensagem (do Papa para o Povo de Deus, com conclusões), se fala na leitura orante da Sagrada Escritura.
O Sínodo propõe a todos o encontro com Cristo, palavra feita carne. Para bem ler a Bíblia, o cristão pode e deve contar com a ajuda do Espírito, mas nós temos poder para aceitar ou rejeitar essa ajuda, isto é, temos o poder de nos opormos à acção de Deus. Deus criou-nos com liberdade.
A leitura da Bíblia deve incidir sobre um texto. Pressupõe ESCUTA, para se entrar dentro do texto como se dele fôssemos personagens. Depois, é preciso SILÊNCIO. Um outro elemento imprescindível é o TEMPO. Não se faz uma leitura a correr, num bocadinho que não dá para fazer mais nada. O Espírito e Deus não andam ao ritmo da nossa pressa.
PS: Os momentos requeridos para a leitura, já se encontram no resumo da Recolecção do mês passado, explicados pelo Senhor Pe Eugénio.
Aqui, apenas se enumeram: leitura, meditação, oração e contemplação.
A pergunta: O que é que Deus nos pede? Deve levar-nos à conversão, à mudança de vida. Cristo morreu e ressuscitou para nos salvar. O facto de ter morrido para nos salvar não nos deve conduzir à passividade, à ideia de que já temos tudo feito. O nosso esforço é muito importante. Jesus, para morrer por nós, não foi colocado no Calvário com tudo preparado. Ele teve de percorrer o caminho!
A fé deve levar-nos à ideia da vida eterna. Nós queremos viver sempre e ser felizes e isto só se concretiza se nos salvarmos. Os que não se salvam também vivem sempre, mas não são felizes, bem ao contrário.
Ninguém nos pode colocar na meta, sem nos permitir fazer o percurso. Isso seria um resultado falso!
Tenhamos fé na vida eterna. Não digamos que tudo acaba aqui.
Sem fé na vida eterna, quem se disporá a amar os inimigos, a fazer bem a quem lhe faz mal?
domingo, 9 de novembro de 2008
HOJE,CELEBRÁMOS A VIDA, COM A PARTIDA PARA O PAI, DA IR. FELISBELA!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
MAIS UM ANIVERSÁRIO DA AUSÊNCIA DA IR. MARIA RITA, DA NOSSA COMPANHIA FÍSICA!
À Ir Maria Rita
Passaram dezoito anos,
Um longo lapso de vida,
Em que, pessoa tão querida,
Que, com carinho, lembramos,
Nos deixou, sem despedida.
Foi, para ela, surpresa?
Facto que desconhecemos.
Não tinha afectos terrenos:
Estava ao Pai tão presa,
Que ansiava os bens eternos.
Muito falava da morte,
Que afirmava não temer;
Foi modelo de mulher!
E tinha vontade forte,
Que Deus sabia mover.
Exemplos que nos legou?
Difícil enumerá-los;
Não admitia intervalos,
Inteiramente doou
Horas felizes, abalos…
Não teve vida sem falhas,
Pois que, divina, não era;
Qual eterna Primavera,
Despia, do “velho”, as malhas,
Sem um instante de espera.
Deus lhe tinha concedido
Uma profunda humildade,
Que fez crescer, com a idade,
E tinha, sempre, consigo
Na precisa quantidade.
Não olhava à estatura,
Ou condição social:
Sempre que agia mal,
Para a alma manter pura,
Em todos via um igual.
Pedia, logo, perdão,
Com facilidade extrema!
E não escondia a pena,
De, a Deus, ter dito não,
De ainda ser tão terrena…
Ó Irmã Maria Rita,
Em que grau já estará?
Se, andar mais tempo por cá,
Considerava desdita,
Que gozo Deus lhe dará!
15/11/2008
UMA VISITA MUITO ANSIADA!
terça-feira, 4 de novembro de 2008
PLANO DE ACTIVIDADES
Liga dos Servos de Jesus
Rua 31 de Janeiro, 54 A
Lar de Santa Luzia
6300-769 Guarda
A todas as Comunidades das Servas Internas
(Dinamizadoras dos Servos Externos)
Liga dos Servos de Jesus
1. Encontros de Formação
15 Novembro -Lisboa
16 Novembro -São Romão e Celorico da Beira
23 Novembro -Rochoso e Outeiro de São Miguel
30 Novembro -Covilhã, Fundão e Manteigas
NB. Nestes encontros, os núcleos farão o programa dos próximos meses.
2. Retiros mensais (2008/2009)
Novembro: 15 -Rochoso; 23 - Orca
Dezembro: 21-Manteigas
Janeiro: 10 -Rochoso
Fevereiro: 8 - Alcaria; 14-Rochoso
Março: 8-Fundão
Abril: 6 - (Seminário do Fundão)
Maio: 24-Orca
Junho: 27-Fátima
Agosto: 27 e 28-Centro Apostólico D. João Oliveira Matos
3. Acções de formação para Servos Internos e Externos
Dezembro -1 (Outeiro de São Miguel, das 10 -16 H).
Março -1 (Centro Apostólico da Guarda, 14.30 H).
Maio-1 (Cerdeira do Côa, das 10-16 H).
4. Festa da Liga 29 de Agosto, no Rochoso.
Guarda, 26 de Outubro de 2008.
Com os melhores cumprimentos.
A Coordenadora Geral
Maria Adelaide Gonçalves
sábado, 1 de novembro de 2008
DIA DE TODOS OS SANTOS
Santos são homens cheios de luz,
Eles a receberam ao abraçarem a cruz.
Santos são os que vivem na graça de Deus,
Ao Qual oferecem os méritos seus.
Os que se branquearam no sangue do Cordeiro,
Que é nome do Filho do Deus verdadeiro.
Santos são todos os que de Deus filhos são,
Os que Ele, com carinho, conduz pela mão.
Santo és tu e santo sou eu,
Santos somos nós, que olhamos o céu.
Santos são aqueles que nos precederam,
E que, no Purgatório, por ajuda esperam.
Estão em processo de purificação,
Mas a face de Deus, em breve, verão.
O não ver a Deus é o grande sofrimento,
Por cujo fim anseiam, a cada momento.
Porém, os mais santos são os que já estão
Diante de Deus, em contemplação.
Desses fazem parte os Servos de Jesus,
Pois Deus, quem O serve, à Glória conduz.
Antes da partida, promessas fizeram,
Ao chegar ao céu, logo as esqueceram.
No meio de todos o Senhor D. João,
Que vê que, na terra, não lutou em vão.
Por cá pelejamos, já quase sem vigor:
Venham ajudar-nos, venham, por favor!
Ou mandem sinal que seja evidente:
É falta de fé que tem esta gente?
sábado, 11 de outubro de 2008
FOI DOUTRINA SÃ E OPORTUNA
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
INÍCIO DAS ACTIVIDADES DO QUADRIÉNIO 2008/2012:
domingo, 5 de outubro de 2008
OUTUBRO, MÊS MISSIONÁRIO!
Ânimo, Missionárias!
“Calçai os pés com o zelo pelo Evangelho da paz”,
Grande recompensa é tê-lo, pois o resto Deus o faz!
Para Deus almas atrair, essa é a recompensa;
Que Se dá a conhecer, sentir, gera uma paz imensa!
Trabalhai com entusiasmo, não conheçais desalento,
Nem vos invada o marasmo, pois Satã está atento!...
Que vos renda o sacrifício, mais do que os cem por um,
Já que esse precioso ofício tem em vista o bem comum.
Este é aquele mês em que mais, a vós, estamos unidas;
Mais uma vez vislumbramos paralelas nossas vidas.
Vós desse lado, nós deste, somos um só coração;
Trabalhos e mais que reste, direitinhos, para aí vão.
Não os sentireis, talvez, porque não vão para vós,
Na orquestra que Deus fez ressaltará nossa voz.
Por cá, a nossa missão de vento em popa não vai,
Apetece dizer não aos apelos de Deus Pai.
Mandai-nos o feed-back desse zelo que vos queima:
De obras é vasto o leque, mas só consegue quem teima!
Escasseiam os recursos e falha a confiança?
Temos, porém, bons percursos e quem tenta muito alcança!
Se Deus quiser traduzir em AMOR o que fizemos,
Somos ricos, no porvir, possuímos bens eternos!
Olhai, Servos de Jesus, que connosco já vivestes:
Não tem valor, esta cruz, lá nas moradas celestes?
Oh! Se tem, se alto estais, aí, juntinho de Deus!…
Por que razão esqueceis os de cá, que são tão seus?
É dúvida, não certeza, requer esclarecimento,
Mas causa-nos estranheza não vos sentir cem por cento.
É, por certo, nossa fé que não é suficiente:
Esqueça Deus, que Pai é, o pecado desta gente!...
E Maria, que invocamos como nossa padroeira,
Ouça o que suplicamos, esteja sempre à nossa beira!
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
CONCLUSÕES DAS JORNADAS

Nos dias 26 e 27 de Setembro, no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos, na Guarda, reuniram-se duas centenas e meia de cristãos (Sacerdotes, agentes de Pastoral e membros da Liga dos Servos de Jesus e da Família Blasiana), para reflectirem sobre a actualidade dos Servos de Deus, D. João de Oliveira Matos e Mons. Joaquim Alves Brás, e delinear os principais desafios pastorais que, dos respectivos carismas, se colocam à Igreja Diocesana e às comunidades cristãs. Os grupos reflectiram e tiraram as seguintes conclusões:
1. Santidade/Baptismo
Os Servos de Deus são para nós modelos de oração, escuta da Palavra, humildade e serviço aos mais pobres. Ser santo é fazer do ordinário o extraordinário.
2. Missão dos leigos na Igreja
As paróquias não têm a devida preocupação com a formação cristã dos leigos. Há a preocupação com a iniciação cristã das crianças e, em algumas paróquias, aposta-se na formação cristã dos adultos.
A crise de fé que hoje atravessa a Igreja tem também o seu fundamento na falta de formação dos leigos.
É, pois, necessário formar os leigos para, em conjunto com os párocos, assumirem a missão da Igreja. Para isso, é muito importante existirem planos de formação para leigos a nível arciprestal e paroquial. É a hora dos leigos assumirem o seu Baptismo, de se envolverem na vida das suas comunidades e de tomarem iniciativas, nos vários campos de apostolado.
3. Eucaristia
Os Servos de Deus colocaram a Eucaristia no centro das suas vidas e das suas Obras. Este parece-nos ser o maior desafio colocado hoje às nossas comunidades cristãs.
Apesar de termos dado passos muito positivos na formação litúrgica, nota-se, ainda, a falta de uma formação de base em muitos cristãos, sobre o valor da Eucaristia. Torna-se necessário, por isso, uma preparação cuidada da Eucaristia dominical. Deve dar-se uma atenção especial à participação das crianças e dos jovens na Eucaristia. Ao mesmo tempo que formamos as crianças da catequese, devemos também ajudar os pais a participarem, mais conscientemente, na Missa do Domingo.
4. Virtudes humanas e cristãs
Para superarmos o divórcio entre a fé e a vida, um dos maiores dramas do nosso tempo, devemos inspirar-nos na vida dos Servos de Deus. Eles souberam unir a contemplação e a acção, através de um amor intenso aos mais necessitados, vendo neles o próprio Deus. Foram homens de uma grande humanidade, manifestada nas virtudes da caridade, da humildade, amor à verdade, da simplicidade e de uma entrega, sem reservas, a Deus e ao próximo. Para eles, o amor a Deus era inseparável do amor ao próximo.
5. Sentir com a Igreja
Sentir com a Igreja é viver numa comunhão intensa com os seus pastores, ajudar a mesma Igreja a renovar-se, a converter o negativo em positivo, a ter a consciência de que a Igreja é a casa comum de todos os baptizados.
Para isso, exige-se disponibilidade na missão da Igreja, ser testemunha de Cristo, viver com simplicidade, empenharmo-nos na vida das paróquias, mostrar que nos amamos à maneira dos primeiros cristãos. O serviço aos mais necessitados (pobres e doentes) deve caracterizar a vida das comunidades cristãs.
Nesta consciência de sermos Igreja, não devemos esquecer os que não acreditam ou se afastaram da vida cristã. Eles interpelam-nos a intensificar o nosso testemunho cristão e a descobrirmos caminhos novos de evangelização.
6. Família
Constatamos, na nossa sociedade, uma mentalidade cada vez mais hostil à família, tal como a entendemos e como a Igreja a defende: “comunidade de vida e de amor”.
É necessário remar contra a corrente através da formação dos noivos e do apoio aos jovens casais. Sentimos as dificuldades das famílias de hoje (emprego, casa própria, educação dos filhos...) e pensamos que as nossas paróquias e demais instituições têm ainda muito a fazer na pastoral familiar.
A família deve ser um dos campos prioritários da nossa acção pastoral. Nela devemos investir os melhores recursos, porque a família está presente em todos os âmbitos da vida da sociedade e da Igreja.
7. Os retiros
Foi unânime a opinião de que os retiros são momentos fortes de encontro com Deus, connosco e com os outros. Os retiros devem ocupar na nossa vida, tal como em D. João e Mons. Brás, um lugar central. Os retiros são momentos de formação, de revisão de vida e de discernimento vocacional, quer em ordem à consagração quer em ordem ao matrimónio. Devíamos intensificar na nossa pastoral os retiros a todo o povo de Deus. Os retiros são um meio eficaz de apostolado e de aprofundamento do mistério de Deus e do homem.
8. Vocações de Consagração
O melhor meio de promoção vocacional é o testemunho alegre e generoso de uma vida entregue ao serviço de Deus. Devemos ajudar as famílias a apreciarem e ajudarem a crescer as vocações de consagração, nascidas no seu seio. A catequese das crianças e, sobretudo, a dos jovens, são momentos muito importantes para este despertar vocacional.
A valorização do ministério sacerdotal passa por ver nos sacerdotes “outro Cristo”, colaborarmos com eles nas várias iniciativas de apostolado, rezarmos por eles e reconhecer que o sacerdócio ministerial é constitutivo da missão da Igreja.
O testemunho de entrega e abnegação dos sacerdotes é fundamental para um despertar vocacional nas comunidades cristãs. Eles próprios são, pela sua vida e pela sua palavra, agentes privilegiados desta nova cultura vocacional que é necessário intensificar na vida da Igreja.
9. Catequese e Apostolado
A Palavra de Deus deve ocupar o primeiro lugar na iniciação cristã. A formação, a

A vida cristã nas paróquias, na formação e na prática da fé, precisa, cada vez mais, do contributo da vida consagrada e dos movimentos laicais, através de uma colaboração recíproca.
Os campos prioritários na vida de apostolado são a família e os jovens.
Guarda, 27 de Setembro de 2008.aprovadas:
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
NOTAS SOBRE AS JORNADAS - 2º DIA
Da apresentação, do Pe Manuel Joaquim Geada Pinto, sobre D. João de Oliveira Matos, muito rica em informação, doutrina e exemplos práticos, retiramos:
O Senhor D. João sempre quis ser santo, mas não de altar. Daí que o processo de Beatificação possa não evoluir…
Método de trabalho: Conhecer, agir, aperfeiçoar…
Santos são não tanto os que se fazem santos, mas os que fazem santos à sua volta.
Referiu a plêiade de santos que já se encontram no céu, devido ao exemplo dado pelo Sr D. João e por eles seguido.
Lembrou o número de almas que se consagraram a Deus, de toda a diocese, na Liga ou em Instituições Religiosas e Seminários, fruto das Visitas Pastorais do Senhor D. João.
O que há de comum, entre o Sr D. João e Mons. Alves Brás:
O amor ao Santíssimo Sacramento
A Obra dos retiros
O início da Obra a partir de uma pequeníssima semente
O que faziam, com espírito de entreajuda:
Trabalho em colaboração
Partilha de experiências
Partilha de recursos humanos
Discernimento vocacional
O Pe Eugénio afirmou:
D. João é a suavidade; Mons. Brás é a exigência;
Mons. Brás orienta construções bem concebidas; D. João prefere dar resposta imediata às necessidades do momento;
Alguns pensamentos retirados de retiros, cartas….
Mons. Brás:
“Se Cristo tornou tudo tão suave e leve, não o tornemos nós pesado e insuportável”.
“O nosso semelhante tem 99 virtudes e um defeito e nós só vemos o defeito e ignoramos todas as virtudes. Que mesquinhez!”
“ O nosso zelo é em proporção do amor que temos a Deus. Grande zelo, grande amor; pouco zelo, tibieza”.
“Pode-se ficar sem comer, mas nunca sem rezar”.
“Quem é tíbio, nem frio, nem quente, tudo o que faz é sem fé”.
“Há almas que não se salvarão sem a vossa colaboração”.
Mons. Brás fez-se caminheiro com os mais fracos.
sábado, 27 de setembro de 2008
JORNADAS DIOCESANAS DE PASTORAL

quinta-feira, 4 de setembro de 2008
FESTA ANUAL DA LIGA DOS SERVOS DE JESUS-HOMILIA DO SENHOR D. MANUEL FELÍCIO
Reunimo-nos, mais uma vez, este ano, na acolhedora Vila de Manteigas, para celebrar a Festa anual da Liga dos Servos de Jesus.
Nesta data, ao mesmo tempo que comemoramos 46 anos passados sobre a partida para o Pai do Fundador, D. João de Oliveira Matos, situamo-nos diante do martírio de S. João Baptista que em muito nos pode ajudar na retoma de entusiasmo por viver o carisma da Liga dos Servos de Jesus.
É com este espírito de quem deseja regressar às fontes inspiradoras de vida autenticamente profética, dos membros da Liga, que nós desejamos celebrar a nossa Festa Anual. Uma festa que já começou ontem e se prolongou toda a noite, centrada na adoração ao SS.mo Sacramento, sem dúvida, uma das notas mais dominantes da vida do Fundador e aquela que mais identifica a vida das comunidades da Liga. Festa que tem nesta celebração Eucarística o seu momento central mais importante e se vai desenvolver durante parte significativa da tarde deste dia. Uma Festa que todos nós desejamos aproveitar para mergulhar, o mais profundamente possível, nas fontes da espiritualidade e do Carisma da Liga dos Servos de Jesus, partindo do princípio que o Fundador foi um profeta e desejou a obra da Liga para manter bem acesa, principalmente no coração da nossa Diocese, a chama do profetismo renovador das pessoas e das comunidades.
2.
E, por isso, em primeiro lugar, vamos voltar a nossa atenção para um grande profeta que a Liturgia de hoje nos apresenta, também, como exemplo, para conduzirmos a nossa vida na fidelidade a Jesus Cristo e a tudo o que Ele quer para a Igreja e para a sociedade de hoje. Como sabemos, profeta é todo aquele ou aquela que anuncia as maravilhas de Deus, mas também corajosamente denuncia todos os erros que se lhe opõem. Foi o que fez S. João Baptista. Anunciou as maravilhas de Deus, a começar pela primeira grande maravilha que foi a Encarnação do Verbo, no seio de Maria; baptizou Jesus Cristo; apontou aos seus próprios discípulos a pessoa de Cristo; soube apagar-se para deixar que as pessoas se voltassem para a verdadeira Luz que é Cristo, único Salvador do Mundo. Mas quando se tratou de denunciar os erros da vida irregular e escandalosa de Herodes, também não se calou. Esta sua atitude corajosa custou-lhe, primeiro, a prisão e, depois, o sacrifício da própria vida. Na verdade, é essa a sorte dos profetas. Foi a sorte de João Baptista, mas já tinha sido antes a sorte de outros profetas como foi o caso de Jeremias, como hoje nos é referido na primeira leitura. Uma certeza acompanha sempre o profeta que corajosamente se coloca do lado de Deus para serviço da comunidade e da própria sociedade. Essa certeza é a do conforto espiritual que nunca lhe faltará para o desempenho da sua missão.
3.
Ser profeta é uma missão muito importante na vida da Igreja que existiu ontem, precisa de existir hoje e nunca deixará de existir, por graça de Deus. Essa missão é a missão de todos os discípulos de Cristo aos quais está confiado o encargo de viver e anunciar o Evangelho na sua verdade total, sem esconder os aspectos e propostas de vida evangélicos, que mais marcam a diferença em relação à mentalidade e aos comportamentos comuns dos homens e mulheres do nosso tempo. Também este é o profetismo, a missão profética confiada à Liga dos Servos de Jesus, pelo Fundador, missão profética que hoje, mais do que nunca, nos está a ser pedida pela Igreja e pelo próprio mundo. Ao interrogarmo-nos sobre a missão profética que hoje nos é confiada para serviço da Igreja e do mundo, neste dia de Festa, é bom recordar a grande intuição do Fundador, D. João de Oliveira Matos. Ele desejou que toda a nossa Diocese fosse atravessada por uma grande rede constituída por homens e mulheres, dedicados à vivência da Fé e à formação da mesma Fé. Este grandioso projecto, voltado para a Evangelização e a vivência da Fé em todas as nossas comunidades, entendeu ele, e bem, que deve assentar numa forte espiritualidade, sobretudo eucarística. Por isso, as comunidades da Liga espalhadas pela Diocese hão-de ser focos de forte vivência espiritual e também de aprofundamento da Fé, principalmente empenhados em mobilizar os ambientes para a mesma causa.
Sendo assim e para cumprirem as verdadeiras intenções do Fundador, as nossas comunidades têm de ser, hoje, principalmente, escolas de espiritualidade e escolas de formação na Fé, capazes de identificar nos distintos lugares e ambientes, as pessoas com capacidade para entrar nesta grande rede de serviço evangelizador, acolhê-las, motivá-las, prepará-las e acompanhá-las. Para cumprir esta sua importante missão na vida da Diocese, as comunidades da Liga têm de se abrir mais aos meios onde estão situadas, têm de ser mais acolhedoras das pessoas, têm de ir mais ao encontro das pessoas para as conhecer, e descobrir as que têm mais capacidades e, depois, motivá-las a participarem com entusiasmo na obra maravilhosa da Evangelização. Isto é o que, de facto, a Igreja e o mundo nos pedem para assumirmos corajosamente a nossa responsabilidade missionária. É também essa responsabilidade missionária que nos recordam as nossas três irmãs que, no passado dia 11 deste mês, depois de uma celebração de envio junto ao túmulo do Senhor D. João de Oliveira Matos, no Outeiro de São Miguel, partiram em missão «ad gentes» para a diocese de Sumbe, em Angola. A Maria da Conceição Alpendre, a Maria Alcide de Sousa e a Maria Ascensão Alpendre são, de facto, nesta hora e para todos nós, um apelo vivo de Deus a vivermos a nossa vida pessoal e em comunidade, inteiramente subordinada à responsabilidade de evangelizar e, em particular, a responsabilidade de contribuirmos para que a nossa Diocese se organize mais e se prepare para a missão evangelizadora. Era também essa a vontade do Senhor D. João de Oliveira Matos, quando imaginou, e, em grande medida, criou, uma autêntica rede capilar, estendida por toda a Diocese e animada pela Liga dos Servos de Jesus, com o grande objectivo de fazer de cada comunidade paroquial ou outra, uma comunidade viva de fé e de apostolado. Esperamos todos que o Congresso Diocesano, agendado para os próximos dias 26 e 27 de Setembro, na Guarda, com o qual desejamos por em andamento o novo ano pastoral, nos ajude a perceber estas e outras intuições pastorais do nosso Fundador que em muito podem continuar a contribuir para a renovação pastoral da nossa Diocese. Por tudo o que acabamos de dizer, facilmente concluímos que as comunidades da Liga dos Servos de Jesus não existem por causa de si mesmas e muito menos por causa das irmãs que as habitam. Elas existem para cumprir a missão de organizar e animar a grande rede dos evangelizadores, que hão-de contribuir para revitalizar, pastoralmente, a nossa Diocese e, se possível, irem mais longe, para além das fronteiras da nossa Diocese, como está a acontecer com o grupo das irmãs que acabam de partir para Angola.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
FESTA DA LIGA
Este dia foi precedido de uma véspera rica, do ponto de vista espiritual, já que, como é hábito, houve a vigília de oração reparadora, de louvor e acção de graças e também de súplica, o que nos ocorre mais naturalmente, porque, embora não saibamos pedir como convém, estamos sempre a dirigir súplicas a Deus, e, por vezes, de uma forma pouco reflectida. Enfim, Deus já nos conhece.
Foi na Igreja de S. Pedro que a vigília teve início. Os Párocos, Pe Francisco Gralha e Pe Joaquim Sampaio, aos quais a Liga agradece encarecidamente, ajudados pelo coro paroquial, apresentaram-nos a prova concreta e evidente de que não há limite de idade para rezar e fazer sacrifício. Ali se mantiveram firmes e disponíveis, até ao momento da procissão do Santíssimo, à qual presidiram, e na qual, o Senhor do mundo se deixou transportar para a capela da comunidade das Irmãs da Liga dos Servos de Jesus, que ali acompanham as crianças que lhes são confiadas e às quais procuram proporcionar o lar, o pão e a educação a que têm direito.
A procissão do Santíssimo foi um ponto alto a registar, nesta noite de oração.
As comunidades da Liga asseguraram a adoração permanente, em qu
Às 11:00h, teve início a celebração Eucarística, na
Igreja de Santa Maria. Presidida pelo bispo da Guarda, D. Manuel Felício, Superior Geral da Liga, concelebrada por mais três bispos, D. António dos Santos
A Eucaristia foi solenizada pelo coro da Sé, da Guarda, cujo responsável é o Pe José Geada, que não dá tréguas e tem os cânticos sempre prontos a sair. A maioria dos cânticos, com os quais a cerimónia foi abrilhantada, são da autoria do Pe Joaquim Parente, mais um filho de Manteigas, que enriqueceu o espólio musical da Igreja. Deus deu-lhe o dom da música, Deus foi louvado por meio dos cânticos por si criados e o Pe Joaquim Parente foi homenageado, porque soube fazer render o talento com que Deus o presenteou.
Na homilia, o Sr D. Manuel fez o paralelo entre São João Baptista e os profetas actuais. Qualquer profeta tem a missão de anunciar e de denunciar. Herodes sabia que João estava na verdade, quando lhe apontava os erros, mas faltava-lhe a força do Alto para se libertar deles. Ficou perturbado, ao ter de cumprir a promessa que, irreflectidamente, tinha feito, em público e com juramento...
Lembrou as nossas missionárias, cujos nomes referiu, acrescentando que estão a adaptar-se e ansiosas por evangelizar.
Nesse momento, ocorreu-me aconselhá-las a anunciar o Reino de Deus de todas as formas possíveis, "a tempo e fora de tempo, admoestando, exortando ...", mas para denunciar é necessário ter muito cuidado, muita diplomacia, ser prudente, conhecer bem o terreno que se pisa, pois parece-me que ainda não atingiram o grau de santidade de S. João Baptista. Mas quem sabe? Não será um juízo sem fundamento?
A Eucaristia prosseguiu. Após a bênção, foi cantado, com entusiasmo, o Hino da Liga.
Seguiu-se um almoço convívio, muito frequentado.
O senhor Pe Alfredo Pinheiro Neves apresentou, oficialmente, o livro "Escritos Espirituai
Outro livro sobre os escritos do Senhor D. João foi apresentado pelo Assistente da Liga, mas este ainda não está concluído.
Ouvimos, a seguir, a palavra do Senhor bispo, D. Manuel Felício.
Cremos que Deus também se sentiu feliz, pois a família dos Servos de Jesus, que também é a sua, reuniu-se para O louvar.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Actividades da Liga, em Agosto
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Reunião da Coordenadora Geral com o Conselho
terça-feira, 12 de agosto de 2008
AS MISSÕES!...
Ser jovem é: ignorar o BI e enfrentar as dificuldades, quando está em causa a glória de Deus e o bem dos irmãos!
O Momento da partida. As mãos agitavam-se num gesto de adeus, enquanto o Sr. D. João abençoava...
Pelas 24 horas, do dia 11 de Agosto, de 2008...
Já no imenso firmamento navegavam
As densíssimas nuvens dissipando,
Que fora e dentro de si próprias se instalavam,
A perturbação e a dúvida semeando,
Quando do Alto lhes veio a mensagem:
"Nada temais, pois estou de vós cuidando
E não deixo de admirar vossa coragem!"
Se algum receio tentava alojar-se,
Desvaneceu-se num milésimo de segundo,
Porque lhes falara o Senhor do mundo,
Em cujo exército tinham decidido alistar-se;
Era fruto, tão só, da sonolência;
Que as circunstâncias e cansaço tão profundo,
Não lhes permitiram grande advertência!
Pelas 09 horas, do dia 12 de Agosto, de 2008...
Ei-las chegadas, as nossa missionárias,
Carregadas de boa disposição;
Seus pés já pisam terras de Missão,
Onde irão enfrentar dificuldades várias;
Mas, se, na atmosfera, Deus as orientou,
Até aterrarem em solo angolano,
Dar-lhes-á um coração divino/humano,
Para realizarem o fim para que as chamou!
Mantenham essa coragem, missionárias!
Vossa não é, mas de Deus que a emprestou;
Façam-na render, sem preocupações monetárias,
Já que pela pobreza o vosso ideal optou;
E, se alguma de nós olvidar o que é importante,
Enviem uns abanões e vão por diante,
Até terem a certeza de que ninguém está distante,
Mas que, cada uma de nós esse ideal já abraçou!
Que Deus esteja sempre ao vosso lado,
Com a Virgem Maria, Mãe do Verbo Incarnado!
E que os Santos protectores da Liga
Permitam que nunca vos vença a fadiga!
Em especial, Santa Teresinha do Menino Jesus,
Em cuja vida nunca faltou a divina Luz.
Não lhe foi dado ir a terras de Missão,
Mas aceitou isso, como vindo da divina mão!
Estão tão lonnnnnnnnnnnnge as nossas Irmãs,
Afirmam algumas, usando palavras vãs!
Mas é o coração humano que actua assim,
Deus não levará a mal, penso, por fim;
Contem, porém, com a nossa oração,
Que até vós chegará, em primeiríssima mão!
E a festa que fizeram no céu,
Todos os que, a Angola, vos viram chegar!?
Lágrimas de alegria rompiam do denso véu,
Quando, pela manhã, começámos a acordar;
E bastou um simples movimento de cada um,
Para que tudo se transformasse num coro comum,
Tão numeroso é o exército ali presente!...
A cena jubilosa comoveu, verdadeiramente!...
domingo, 27 de julho de 2008
BOAS-VINDAS À IRMÃ ADELAIDE!

(no momento em que Deus a escolheu…)
Foi Deus que a escolheu,
Para guiar o “povo” seu!
É claro o seu caminho
E fala-nos, de mansinho…
O que importa é escutá-l’O,
Depois, tudo é um regalo!
O nosso é diferente:
É confusa, esta gente!
Explicações não aceita,
Bem o prova, desta feita;
“Há tantos anos na Liga…
Obedeço à moda antiga!”
Foi grande a salva de palmas,
Mas, depois, ficámos calmas.
E ouvimos, com surpresa,
Algo, de certa estranheza:
“Não me deixaram falar,
Mas eu ia recusar…”
“Ó Irmã, não faça isso!
O que implica o compromisso?”
“Faltam-me as capacidades,
Que é normal, nestas idades…”
“Deus estará sempre atento,
Conhece-a, bem, por dentro;
Todas vamos ajudar,
Pode connosco contar!”
“Se é vontade de Deus,
Cumpram-se os desígnios seus!”
PARABÉNS, ó Irmã “Lai”,
Pelo bom caminho vai!
Deus fará o que não sabe:
Quem mais, por si, olhar há-de!
(Felicidade)
ASSEMBLEIA GERAL DA LIGA DOS SERVOS DE JESUS
25/27/07/2008

Das propostas para o referido quadriénio, salientamos:
1º - Uma maior atenção à vida comunitária, no que concerne a oração em comum e individual.
2º - Intensificação da Pastoral Vocacional.
3º - Um cuidado muito especial a imprimir à formação humana, espiritual e apostólica das Irmãs.
4º - Preocupação em transmitir às pessoas com as quais trabalhamos, sejam elas funcionários, ou familiares de crianças e jovens, o espírito e o carisma legado à Igreja, pelo Fundador da Liga, D. João de Oliveira Matos, pelo qual somos responsáveis e o qual temos o dever de cumprir, preservar, comunicar e fazer crescer.
Os presentes foram, ainda, informados, durante a Assembleia, que o processo de Beatificação do Fundador, na fase Romana, está em vias de conclusão.
A Assembleia elegeu para Coordenadora Geral a Irmã Maria Adelaide Gonçalves, tendo sido também escolhidos os membros do Conselho que com ela vai colaborar.
Durante o dia 27, realizou-se a Assembleia Geral dos Servos Externos. Estiveram presentes 29 delegados de 10 núcleos, espalhados pela nossa Diocese, sendo um de Lisboa.
Foi reeleito o Engenheiro António Nabais e os respectivos colaboradores: um secretário e dois Vogais.
De tarde, as duas Assembleias reuniram, conjuntamente, e foi realçada a necessidade de colaboração e empenho apostólico, por parte de Servos Internos e Servos Externos, os quais, todos juntos, constituem a mesma Liga, tal como o nosso Fundador a sonhou.
Pe Moiteiro
segunda-feira, 7 de julho de 2008
DE NOVO, O ENVIO...
E u vou, Senhor, de boa vontade!
N ão quero hesitar um momento, sequer;
V ou disponível, desprendida, em liberdade,
I rei trabalhar o mais que puder,
O que eu não conseguir é porque a Ti só cabe…
Conceição, Assunção, Alcide …
Muitas outras virão a seguir vosso exemplo,
Se não for agora, o tempo o dirá;
Por mim, deliciada, vossa decisão contemplo,
Sentindo a inveja a roer-me, por dentro,
E lamentando a desdita de ter de ficar por cá!...
Coragem, pois sois mensageiras da PAZ!
Todos os corações da guerra libertai;
Se cada uma de vós fizer o que é capaz,
É, sem dúvida, aquilo que a Deus mais apraz,
Ele que de todos quer ser reconhecido PAI.